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Alimentos ultraprocessados: definição, riscos e como identificar

Alimentos ultraprocessados associam-se a trinta e dois riscos de saúde e podem disfarçar-se de saudáveis, aumentando obesidade, diabetes e mortes no Brasil

Cereal matinal
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  • Os ultraprocessados são produtos industriais com substâncias artificiais, como corantes, aromatizantes e conservantes, segundo a classificação NOVA da USP.

O consumo regular pode favorecer inflamação e alterações metabólicas, elevando o risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, além de problemas no fígado e nos rins; estima-se 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil fitting a essa alimentação.

Além disso, são hiperpalatáveis, o que reduz a saciedade e incentiva o consumo excessivo.

O marketing costuma disfarçar ultraprocessados como “light”, “zero” ou proteico. Exemplos comuns: barras de cereais, embutidos, pães, iogurtes saborizados, sucos prontos, cereais matinais e gelatinas.

Para identificar, leia a lista de ingredientes; se houver termos difíceis como xarope de glicose, maltodextrina, glutamato monossódico, gordura hidrogenada, proteínas hidrolisadas, corantes ou emulsificantes, o alimento é ultraprocessado e deve ser evitado ou consumido com moderação.

Os alimentos ultraprocessados estão presentes no dia a dia, mas trazem custo à saúde. Estudos associam 32 efeitos adversos ao consumo dessas formulações industriais, ricas em açúcar, sódio, gorduras e aditivos.

A pesquisa classifica os ultraprocessados pela presença de substâncias artificiais, como corantes, aromatizantes e conservantes, usadas para melhorar sabor, textura e durabilidade. O impacto no organismo é amplo e negativo.

A função desses produtos na alimentação é prática, porém envolve riscos: maior probabilidade de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas, além de potenciais efeitos no fígado e rins. Há ainda ligações com quadros depressivos.

O que são e o que fazem ao organismo?

De acordo com a classificação NOVA da USP, passam por várias etapas industriais e recebem substâncias artificiais para intensificar o atrativo. O resultado é uma oferta de alimentos de baixo valor nutricional.

No corpo, o consumo regular favorece inflamações e alterações metabólicas. Dados apontam aumento de risco de doenças crônicas, com estimativa de 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil associadas a essa alimentação.

Por que evitar o consumo?

A propensão à hiperpalatabilidade dificulta a saciedade e estimula o consumo excessivo. Além disso, o excesso de sódio e de gorduras ruins eleva a pressão arterial e o LDL.

Há evidências de associação com maior risco de alguns cânceres, como intestinal, estômico e de mama, possivelmente relacionados aos aditivos presentes nesses produtos.

Sinais de alerta na hora da compra

Termos como light, zero ou proteico podem enganar. Produtos ultraprocessados costumam ter lista de ingredientes extensa e itens difíceis de entender. Prefira itens com menos ingredientes.

Ao identificar rótulos, procure por substâncias como xarope de glicose, maltodextrina, glutamato monossódico, gorduras hidrogenadas, proteínas hidrolisadas, corantes e emulsificantes. Se houver, consuma com moderação ou evite.

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