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Entenda por que baratas morrem de costas, segundo a ciência

Baratas tombam de costas por desequilíbrio entre centro de gravidade e exoesqueleto, agravado por inseticidas neurotóxicos

Devido ao peso elevado de seu exoesqueleto e ao deslocamento do centro de gravidade, o animal acaba tombando para trás com facilidade. Uma vez nessa posição invertida, a barata perde a capacidade de se desvirar.
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  • A barata morta de costas ocorre pela combinação de distribuição de peso e do efeito de inseticidas no sistema nervoso, que atrapalha o equilíbrio sobre as patas finas.
  • Quando a força muscular cai, a gravidade faz o corpo tombar e as patas não sustentam o exoesqueleto pesado, mantendo-a deitada de costas.
  • Inseticidas como organofosforados e carbamatos desregulam o sistema nervoso, causando espasmos musculares, tremores, contração das pernas e paralisia, o que leva ao desequilíbrio fatal.
  • O tombamento impede que o inseto se desvirasse, mantendo a posição de costas devido ao peso do dorso.
  • No Brasil, as duas principais espécies são a francesinha (Blatella germanica) e a barata-americana (Periplaneta americana). A francesinha vive em cozinhas, com vida média de nove meses e cerca de cinco posturas de trinta a cinquenta ovos cada. A barata-americana vive de dois a três anos e pode produzir de dez a vinte ootecas, cada uma com doze a vinte ovos.

Por que baratas morrem de costas? Especialistas explicam a explicação científica por trás do fenômeno, que envolve a estrutura física do inseto e o efeito de químicos no sistema nervoso. O tema é comum em textos de entomologia e controle de pragas.

Baratas costumam ficar com as pernas para o ar devido a uma combinação de distribuição de peso e efeito de inseticidas que prejudicam o equilíbrio. Quando a força muscular diminui, a gravidade faz o corpo tombar, mantendo a posição de costas.

O centro de gravidade é crucial. O dorso abriga a maior parte do peso, e o exoesqueleto pesado exige apoio das patas. Com a morte ou fraqueza, o corpo tomba e as patas não retornam à posição normal.

Inseticidas agem no sistema nervoso, acelerando o desequilíbrio. Substâncias como organofosforados e carbamatos podem causar espasmos, tremores, contração das pernas e paralisia, levando à incapacidade de retomar a posição.

Na prática, dois grupos de espécies dominam o cenário brasileiro. A francesinha (Blatella germanica) vive em cozinhas e despensas; a barata-americana (Periplaneta americana) assenta-se em redes de esgoto. Ambas apresentam estratégias reprodutivas distintas.

A francesinha tem vida média de cerca de nove meses, com aproximadamente cinco posturas de 30 a 50 ovos cada. A barata-americana pode viver de dois a três anos e produzir de 10 a 20 ootecas, cada uma contendo 12 a 20 ovos.

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