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Trabalho em equipe é essencial na reabilitação de pessoas com anomalias craniofaciais

Estudo aponta que atendimento multidisciplinar melhora a reabilitação de pessoas com anomalias craniofaciais, mas exige políticas públicas e formação integrada

Curioso por Ciência - USP
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  • Anomalias craniofaciais exigem acompanhamento multiprofissional, desde a infância até a vida adulta, para melhorar fala, alimentação e respiração.
  • Estudo analisou como médicos, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais trabalham de forma integrada na atenção especializada.
  • A colaboração entre profissionais amplia a centralidade nas necessidades do paciente, favorecendo cuidado mais completo e humano.
  • A formação profissional, especialmente por meio de residências multiprofissionais, é destacada como crucial para desenvolver competências colaborativas.
  • O trabalho integra o Doutorado de Rayanne Meyer Barduzzi Galvani, concluído em 2025, no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.

O Curioso por Ciência #112 apresenta resultados de um estudo sobre a atuação integrada de profissionais na reabilitação de pessoas com anomalias craniofaciais. O foco é entender como diferentes saberes se articulam para atender às necessidades do paciente, desde a infância até a vida adulta.

A pesquisa aponta que médicos, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas atuam de forma colaborativa. A atuação conjunta busca um cuidado mais completo, humano e eficiente.

Segundo o estudo, a integração favorece uma abordagem centrada no paciente e amplia as possibilidades de sucesso na reabilitação. O modelo demanda compartilhamento de decisões e de responsabilidades entre as áreas envolvidas.

O trabalho destaca ainda a relevância da formação para o desenvolvimento de competências colaborativas. Programas de residência multiprofissional aparecem como ferramenta-chave para aprendizado conjunto entre áreas da saúde.

Entre os desafios citados estão a necessidade de fortalecer políticas públicas, ampliar estratégias de formação e incentivar práticas colaborativas desde a formação acadêmica. O objetivo é consolidar o modelo de atenção.

O estudo integra o doutorado A colaboração interprofissional como fundamento para a reabilitação das pessoas com anomalias craniofaciais: análise na perspectiva da atenção especializada em saúde, de Rayanne Meyer Barduzzi Galvani, orientado por José Rodrigues Freire Filho. Foi desenvolvido na USP, em Ribeirão Preto, e concluído em 2025.

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