- Diabo-da-tasmânia chamada Mary está desaparecida após escapar do Paradise Country, na Gold Coast, na madrugada de terça-feira, por volta das 4h.
- Câmeras de segurança registraram o animal antes de Mary sumir do campo de visão; cães farejadores e drones com imagem térmica buscam a marsupial.
- A equipe suspeita que Mary tenha pulado a jaula de quarentena, onde estava desde que chegou ao parque há cerca de um mês.
- Especialistas dizem que Mary pode estar próxima, em área de mata nativa ao redor do parque, a até um quilômetro ou mais de distância.
- O Paradise Country e veterinários pedem que qualquer pessoa que avistar Mary entre em contato; a marsupial passará por avaliação veterinária assim que for encontrada.
Uma diabo-da-tasmânia chamada Mary fugiu do parque Paradise Country, na Gold Coast, na madrugada de terça (2). Câmeras de segurança registraram o animal às cerca de 4h, depois Mary saiu do campo de visão. Cães farejadores e drones com imagem térmica ajudam na busca.
O parque informou que Mary estava em quarentena desde a chegada há cerca de um mês. Ainda não há confirmação de como houve a fuga, mas a hipótese é que a marsupial tenha pulado a cerca da jaula de quarentena.
Especialistas ouvidos pela imprensa indicam que Mary pode permanecer próximo, dada a mata nativa ao redor do parque. O risco de atropelamento também preocupa pesquisadores e cuidadores, que mantêm a busca ativa.
Operação de busca
A equipe do Paradise Country reforçou as buscas com ferramentas de sensoriamento, incluindo drones com visão térmica. Os trabalhos seguem até a tarde desta quarta-feira, com Mary ainda desaparecida.
A instituição pediu que quem tiver informações entre em contato e informou que Mary passará por avaliação veterinária assim que for localizada. Não há confirmação de novos avistamentos até o momento.
O diabo-da-tasmânia é nativo da Tasmânia e considerado extinto na Austrália continental. Ecologistas avaliam cenários de repovoamento, mas destacam que cada caso exige cuidado para evitar riscos biológicos e impactos ecossistêmicos.
O professor emérito Hamish McCallum afirmou que a resposta adequada envolve cautela e monitoramento da saúde de Mary, além de evitar aproximar-se de pessoas para reduzir o estresse do animal.
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