- O Conselho Federal de Medicina proibiu o uso do PMMA como preenchedor em procedimentos estéticos.
- A decisão levou em conta alertas acumulados ao longo dos anos sobre complicações graves.
- Entre as consequências citadas estão deformidades permanentes, sequelas e até mortes.
- O podcast JR 15 Minutos #1434 entrevista o cirurgião plástico André Perez Pontes, do Hospital Moriah, para explicar os riscos, as mudanças para pacientes e médicos e as alternativas disponíveis no mercado.
O Conselho Federal de Medicina proibiu o uso do PMMA como preenchedor estético, decisão que reacende o debate sobre a segurança de procedimentos no Brasil. A medida se apoia em relatos de complicações graves, incluindo deformidades permanentes, sequelas e mortes em casos isolados ao longo dos anos.
No podcast JR 15 Minutos #1434, o convidado é o cirurgião plástico André Perez Pontes, do Hospital Moriah. Ele detalha os riscos associados ao PMMA, as mudanças esperadas para pacientes e médicos, além das opções alternativas disponíveis no mercado.
O material de estudo aponta que a proibição visa reduzir eventos adversos relacionados a preenchimentos faciais. Pontes aponta que, diante do risco, pacientes devem buscar orientação médica sobre procedimentos substitutivos e sobre a escolha de profissionais habilitados para intervenções estéticas.
Mudanças e alternativas no mercado
Pacientes podem ser orientados a considerar opções de preenchimento com produtos aprovados e técnicas com menor reputo de complicação. Médicos, por sua vez, passam por atualizações regulatórias e ajustes em protocolos de atendimento, com foco em maior segurança. O podcast detalha ainda critérios de avaliação de risco e a importância de informar plenamente o paciente sobre possíveis efeitos.
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