- O governo do Rio Grande do Sul investiga a morte de 40 animais no Zoológico de Sapucaia do Sul em cerca de duas semanas, com primeiros óbitos registrados em 13 de maio, entre cisnes.
- A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação descartou influenza aviária na época.
- As visitas ao zoológico ficaram suspensas desde 15 de maio, após o início dos casos.
- O zoológico reabriu após o período de incubação terminar sem novos casos registrados.
- O local abriga mais de 1.000 animais de cerca de 130 espécies e funciona como centro de educação ambiental, conservação da fauna e acolhimento de animais silvestres, muitos resgatados de situações de risco.
O governo do Rio Grande do Sul investiga a morte de 40 animais no Zoológico de Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, em um período de cerca de duas semanas. Os primeiros casos foram registrados em 13 de maio, com cisnes.
As visitas ao zoológico estão suspensas desde 15 de maio. A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) chegou a descartar influenza aviária na época.
Segundo o jornal O Globo, o período de incubação de qualquer possível doença terminou sem novos casos, e o zoológico retomou as atividades de visitação.
O local abriga atualmente mais de 1.000 animais de cerca de 130 espécies, incluindo répteis, aves e mamíferos, além de animais domésticos. O espaço funciona como centro de educação ambiental e de conservação.
Muitos dos animais foram resgatados de situações de risco, como tráfico ilegal ou cativeiro, e recebem atendimento e acolhimento institucional.
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