- Bone broth é um líquido feito ao simmer ossos de boi, frango, peixe ou peru com água, vegetais e, geralmente, vinagre, para extrair minerais, proteínas e aminoácidos.
- O cozimento lento, que pode durar várias horas, ajuda a liberar colágeno e outros nutrientes na bebida.
- Pode fornecer proteína, com cerca de 8 a 10 gramas por xícara, contribuindo para manutenção muscular, saciedade e recuperação de tecidos.
- Desempenha função de hidratação e pode conter eletrólitos; no entanto, o teor de sódio em muitas opções comerciais pode exceder a cota diária recomendada.
- Pessoas com doença renal, sensibilidade alimentar ou uso de certos medicamentos devem consultar um médico ou nutricionista antes de consumir regularmente.
Bone broth tem ganhado seguidores, sendo consumida como estímulo matinal de proteínas, bebida de recuperação ou durante doenças. As lojas já disponibilizam linhas inteiras de caldos voltados para bem-estar.
O caldo é feito com ossos de boi, frango, peixe ou peru, cozidos por longos períodos. Vegetais e um ácido como vinagre ajudam a extrair minerais e proteínas dos ossos durante o cozimento.
Ao contrário de caldos comuns, o caldo de osso fica mais tempo no fogo, o que facilita liberar colágeno, minerais e aminoácidos no líquido. Versões comerciais são práticas, mas variam na composição.
O que há de nutricional
O caldo de osso entrega proteína moderada, entre 8 e 10 gramas por xícara, superior a caldos comuns. O consumo regular pode ajudar na manutenção muscular e na saciedade, especialmente entre idosos.
A gelatinina presente pode engrossar líquidos e favorecer a mucosa digestiva, ainda que evidências humanas sejam limitadas. Também há collagen, associado à saúde das articulações e da pele, segundo especialistas.
Minerais como cálcio, magnésio, fósforo e potássio aparecem no caldo, contribuindo para função muscular, hidratação e sinais nervosos. Contudo, a quantidade costuma não substituir fontes alimentares completas.
Considerações sobre o consumo diário
Tomar caldo de osso diariamente em quantidades moderadas é considerado seguro para a maioria das pessoas. O teor de sódio costuma ser a principal preocupação, com alguns produtos chegando a mais de 450 mg por porção.
Será relevante optar por versões com baixo teor de sódio, principalmente para quem tem pressão alta. Pessoas com sensibilidade digestiva podem sofrer com ingredientes comuns de caldos industrializados.
O caldo de osso não substitui uma refeição equilibrada, pois não é fonte única de fibras, vitaminas e gorduras saudáveis. Em casos de doenças renais, a ingestão de minerais e proteína pode exigir ajuste.
Quando consultar um profissional
Quem não tem certeza sobre impactos do caldo à saúde deve conversar com médico ou nutricionista antes de inserir como hábito regular. Explicar condições como doença renal ou uso de dieta com restrição de sódio é fundamental.
Produtores destacam que consumir o caldo caseiro permite ajustar sal e ingredientes. A orientação geral é buscar opções com menos sódio e incluir o caldo dentro de uma alimentação variada.
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