- Meteorologistas aguardam declaração iminente do El Niño pelo Climate Prediction Center, com anúncio possivelmente na quinta-feira, 11 de junho.
- Sinais principais são o aumento rápido das temperaturas da superfície do oceano no Pacífico equatorial, chegando próximo a 0,5 °C acima da média histórica.
- Existe de 30% a 40% de chance de evoluir para um “Super El Niño”, que pode durar até 2026 e 2027.
- A chegada antecipada deve reduzir a atividade de tempestades no Atlântico, estimando-se 11 tempestades nomeadas em vez de 16.
- Entretanto, pode intensificar sistemas no Pacífico oriental e central, afetando Peru, Chile, México, Costa Rica e algumas regiões dos EUA e do Canadá.
O Centro de Predição Climática dos EUA pode declarar a chegada do El Niño em breve, com previsão de anúncio iminente. Meteorologistas indicam que há cerca de 40% de chances de o fenômeno evoluir para um Super El Niño, considerado raro.
Temperaturas oceânicas em rápida elevação são o principal indicativo. Os especialistas apontam que o Pacífico tropical está acima da média, o que favorecerá mudanças no padrão de ventos e graves impactos climáticos globais.
Espera-se que o anúncio seja feito em breve, possivelmente nesta semana. A previsão é de que ocorra a confirmação oficial de El Niño, com a possibilidade de fortalecimento rápido nas próximas semanas.
O que é El Niño? O fenômeno é confirmado quando as temperaturas de superfície no Pacífico leste aumentam 0,5 °C acima da média, elevando a probabilidade de chuvas intensas em algumas regiões e secas em outras.
Relatórios indicam que as temperaturas seguem acima do patamar necessário, o que sustenta a hipótese de início próximo. A previsão sugere que este El Niño exige vigilância ante alterações no regime de tempestades.
A incidência precoce do El Niño deste ano deve reduzir a atividade de tempestades no Atlântico, com estimativas de 11 tempestades nomeadas em vez de 16. O aquecimento impede a organização de sistemas na região.
Enquanto o Atlântico fica com menos tempestades, a atividade pode aumentar no Pacífico leste e central, elevando riscos para países como Peru, Chile, México e Costa Rica, além de parte dos EUA e Canadá.
Especialistas ressaltam que o fenômeno pode trazer impactos significativos mesmo com menos furacões regionais. Um único sistema pode gerar danos expressivos, exigindo preparação constante.
Existe a expectativa de um Super El Niño neste ano, com probabilidade estimada entre 30% e 40%. Tal regime extremo pode persistir até 2026 ou 2027, com temperaturas oceânicas bem acima da média.
Dados da NOAA indicam que eventos desse tipo são raros desde 1950 e costumam ocorrer quando as temperaturas oceânicas sobem mais de 2 °C acima da média de referência. Estudos apontam possíveis picos fortes em 2026.
Observadores ressaltam que o aquecimento das águas pode alcançar níveis que rivalizam com os maiores El Niño já registrados, elevando a intensidade de impactos climáticos em várias regiões do planeta.
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