- Leve seguro médico e informações de saúde atualizadas, incluindo o estado da vacinação, ao viajar para a Copa do Mundo de 2026.
- Em emergências no exterior, o médico precisa saber rapidamente quais doenças a pessoa tem, quais remédios usa e alergias relevantes.
- Vacinação recomendada: esquema completo até pelo menos duas semanas antes do deslocamento; pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses da tríplice viral, quem tem entre 30 e 59 anos, pelo menos uma; profissionais de saúde precisam de duas doses; bebês de 6 a 11 meses podem receber dose zero em surtos.
- A vacinação contra sarampo é importante devido a surtos nos países-sede; a vacina contra gripe e Covid também é relevante; pode haver exigência de certificado internacional (CIVP) em alguns destinos, mesmo que não haja obrigatoriedade.
- O relatório de saúde pode ser simples, em inglês ou espanhol, com doenças, medicamentos, alergias, uso de insulina, anticoagulantes, marca-passo, contatos médicos e seguro; leve também a carteira de vacinação atualizada.
Durante a Copa do Mundo de 2026, turistas devem levar documentos de saúde, seguro médico e informações clínicas, além de passaporte e ingressos. A orientação é de especialistas para facilitar atendimentos no exterior.
A recomendação destaca a importância de manter a vacinação em dia, principalmente contra sarampo. A doença está em pauta devido a surtos nos países-sede. Planejamento de viagem deve considerar doenças crônicas e uso contínuo de medicamentos.
Médico Ian Maia, da Abramede, aponta que informações rápidas ajudam o atendimento. O evento envolve grandes deslocamentos, calor e multidões, o que eleva a necessidade de preparação para emergências.
Vacinas
Os países-sede enfrentam surtos de sarampo, tornando a vacinação necessária. O Ministério da Saúde orienta pessoas de 1 a 29 anos com duas doses da tríplice viral, e adultos de 30 a 59 anos com pelo menos uma dose. Profissionais de saúde devem comprovar duas doses.
Em caso de surto, bebês de 6 a 11 meses podem receber dose zero, sem substituir o esquema básico. Vacinação contra gripe e COVID-19 também é recomendada, dependendo do histórico de saúde e do destino.
Mesmo que o certificado não seja exigido pelo destino, levar a CIVP pode facilitar escalas. A Anvisa orienta sobre como proceder e emitir o documento, gratuitamente, via Gov.br.
Doentes crônicos e informações de saúde
Quem tem doença crônica deve viajar com o quadro estável e acompanhamento médico pré-viagem. Em caso de febre na véspera, é recomendável adiar o voo para evitar riscos à saúde pública e a transmissão de doença.
Entre os itens úteis, leve um relatório simples em inglês ou espanhol com doenças, remédios, alergias, uso de insulina, anticoagulantes, marca de remédio e contatos de médicos no Brasil. Também é importante a carteirinha de vacinação atualizada.
Documento de saúde e informações essenciais
Não é necessário um formulário oficial; basta uma página prática com dados médicos relevantes. Pode ser armazenado no celular, desde que seja acessível em emergências.
O tipo sanguíneo não é prioridade em emergências, pois há métodos para transfusão compatível imediata. Informações sobre alergias e uso contínuo de medicamentos têm maior relevância para evitar reações graves.
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