- Neurocirurgião afirma que não existe solução rápida: o tratamento foca no controle de fatores de risco e mudanças no estilo de vida; cirurgia é indicada apenas em casos graves.
- O acúmulo de gordura nas artérias carótidas eleva o risco de acidente vascular cerebral.
- O manejo envolve controle de colesterol, hipertensão, diabetes, tabagismo e sedentarismo, com acompanhamento para estabilizar placas e reduzir o risco.
- Hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios e uso adequado de medicações, são as estratégias principais.
- Em casos graves, pode ser necessária a cirurgia de endarterectomia ou a colocação de stent, com avaliação individualizada; a doença pode evoluir sem sintomas, exigindo acompanhamento médico regular.
O neurocirurgião Dr. Victor Hugo Espíndola afirma que não existe solução rápida para limpar a gordura nas artérias carótidas. O tratamento foca no controle de fatores de risco e em mudanças no estilo de vida, com cirurgia indicada apenas em casos graves.
O acúmulo de gordura nas carótidas, responsáveis por levar sangue ao cérebro, aumenta o risco de AVC. A condição exige atenção, pois pode evoluir sem sintomas perceptíveis.
Hábitos saudáveis são a principal estratégia de proteção. Alimentação balanceada, prática regular de atividades físicas, controle do peso e uso adequado de medicamentos prescritos ajudam a estabilizar as placas.
Quando a cirurgia é necessária
Em situações graves, o estreitamento pode comprometer o fluxo sanguíneo para o cérebro, tornando a intervenção necessária. Avaliação especializada pode indicar endarterectomia ou a colocação de stent, conforme características do caso.
A doença pode evoluir sem sinalizações claras. Por isso, quem tem fatores de risco cardiovasculares deve manter acompanhamento médico regular para detectar o problema precocemente e reduzir complicações.
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