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Risco da larva da mosca Screwworm para pets e como protegê-los

Primeiro caso em cão não-livestock registrado nos EUA sinaliza expansão do surto; risco permanece baixo e orienta vigilância de feridas em pets

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  • Em Lea County, Novo México, um cão é o primeiro caso não-livestock da New World screwworm nos Estados Unidos durante a atual outbreak; a origem ainda é investigada, com relação a uma possível exposição no México.
  • O caso foi inicialmente informado em Texas no dia sete de junho e classificado como de Novo México porque o animal convive com o dono naquela região; autoridades estudam o histórico de deslocamento do animal.
  • Até às nove horas de nove de junho, já eram cinco casos no país; o risco para animais e pessoas é considerado muito baixo e a doença não é contagiosa.
  • A infecção ocorre quando uma fêmea deposita ovos em ferimentos, as larvas comem tecido vivo e, após cerca de uma a duas semanas, pupam no solo.
  • Para proteção, monitore feridas e sinais como inchaço, secreção ou mau cheiro; leve o animal ao veterinário imediatamente se houver suspeita. Tratamentos com autorização de uso emergencial incluem lotilaner para cães (outubro de 2025) e para gatos (novembro de 2025). Também é importante reportar casos suspeitos às autoridades competentes.

O Serviço de Inspeção de Sanidade de Animais dos EUA confirmou que um cachorro de Lea County, Novo México, é a primeira ocorrência de Nova Mosca-varejeira Norte-Americana (NWS) em um animal não pecuário no atual surto no país. A confirmação ocorreu após diagnóstico iniciado por um veterinário do condado de Andrews, no Texas, em 7 de junho; o caso foi classificado como NM por residência do dono na região.

A identificação inicial indicou que o cão pode ter viajado recentemente ao México. A investigação aponta que o histórico de movimentação do animal é desconhecido, o que levou a inspeções de outros pets na residência e a ações de conscientização na área.

Até as 9h de 9 de junho, já havia cinco casos de NWS nos Estados Unidos, segundo autoridades federais. A situação ressalta a necessidade de vigilância enquanto o foco permanece em Texas e agora no Novo México.

Como a NWS se propaga e ataca

A NWS é uma mosca parasita cujas larvas se alimentam de tecido vivo de mamíferos, incluindo animais de estimação. O risco atual para animais e pessoas nos EUA é considerado muito baixo e a mosca não é contagiosa entre indivíduos. As larvas emergem ao colocar ovos em ferimentos ou aberturas do corpo.

Identificação e sinais

C integros com olhos alaranjados, corpo azul ou verde metálico e listras escuras percorrem o dorso são traços da mosca adulta. Feridas crescentes com larvas em animais vivos são sinais característicos. Profissionais destacam que outras espécies de larvas podem aparecer, mas a NWS se alimenta de carne viva.

Como proteger cães e pets

Especialistas alertam para monitorar constantemente pets em casa e em áreas externas. Verificar ferimentos com atenção a inchaços, secreção ou odor forte é essencial. Mudanças de comportamento, como lambedura excessiva, desânimo ou queda de apetite, também devem justificar avaliação veterinária.

Tratamento e manejo

Se houver suspeita de infecção, procurar imediatamente um veterinário. O diagnóstico envolve remoção de larvas, limpeza de ferimentos e descarte adequado das larvas coletadas. Produtos veterinários com autorização de uso emergencial podem ser indicados conforme orientação profissional.

Como reportar casos

Autoridades locais incentivam donos de animais a ficarem atentos, tratar feridas prontamente e reduzir a população de moscas ao redor de animais. Casos suspeitos podem ser comunicados a veterinários locais e às autoridades veterinárias estaduais para confirmação e adoção de medidas.

Contexto regional

O foco atual permanece no Texas, onde o surto tem ganhado atenção das autoridades de saúde animal, e no Novo México, com novas investigações em curso. As equipes continuam avaliando a movimentação de animais e ampliando ações de comunicação com a população.

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