- Ilhabela recebe a primeira usina de dessalinização do estado para transformar água do mar em potável, com obras previstas para levar três anos (conclusão em 2029).
- O investimento é de R$ 56,4 milhões e será feito pela Sabesp.
- A previsão é aumentar em cerca de vinte por cento a oferta de água na região, que tem restrições de captação de água doce e recebe muitos turistas.
- O sistema inclui bombeamento, tubulações, reservatórios e a dessalinização por osmose reversa para tornar a água salgada própria para consumo.
- Além de Ilhabela, o governo de São Paulo anuncia investimentos de R$ 3,7 bilhões na região até 2029 para ampliar serviços e segurança hídrica em Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela.
Ilhabela receberá a primeira usina de dessalinização do estado, capaz de transformar água do mar em potável. A Sabesp investirá R$ 56,4 milhões com a obra prevista para ser concluída em três anos.
O projeto, anunciado pelo governo paulista, utiliza osmose reversa para produzir água doce. A intervenção envolve bombeamento, tubulações e reservatórios, desde captação até a água tratada, atendendo moradores e visitantes da região central e norte da ilha.
Objetivo e operação
A região do Litoral Norte tem restrições na captação de água doce e recebe grande fluxo turístico. A dessalinização deverá ampliar a oferta em cerca de 20% e tornar o abastecimento mais estável, independentemente das chuvas.
Atual etapa da obra
Atualmente a Sabesp capta água doce em parte do Ribeirão Água Branca. Com o novo sistema, a captação avançará para trecho mais próximo do encontro com a água salgada, viabilizando o processo de dessalinização.
Panorama de investimentos na região
Até 2029, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela receberão conjunto de investimentos de R$ 3,7 bilhões da Sabesp para ampliar serviços hídricos. Do total, R$ 850,7 milhões já foram aplicados desde o segundo semestre de 2024.
Contexto nacional e internacional
A Dessalinização em larga escala já ocorre no Brasil, com exemplos no Nordeste e projetos diversos no exterior, incluindo Israel, Arábia Saudita, Austrália e Espanha. A iniciativa paulista reforça a segurança hídrica local.
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