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Pesquisa brasileira mostra tecnologia capaz de evitar complicações estéticas

Pesquisa liderada por brasileira aponta ultrassom com doppler como ferramenta para reduzir complicações graves em preenchimentos faciais com ácido hialurônico

Pesquisa liderada por brasileira mostra como a tecnologia poderá impedir complicações estéticas
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  • Pesquisa mundial liderada por uma médica brasileira mostra que o ultrassom com doppler pode tornar preenchimentos faciais mais seguros.
  • O estudo demonstra que o equipamento visualiza vasos sanguíneos em tempo real, reduzindo a chance de injetar o preenchedor em local inadequado.
  • Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética indicam alta de 56% nos procedimentos com ácido hialurônico entre 2022 e 2024.
  • Análise de cem casos de complicações vasculares revelou que a avaliação clínica sozinha nem sempre revela todos os vasos faciais.
  • A pesquisadora Rosa Sigrist destaca aumento das complicações e defende estabelecimentos bem regulados e profissionais capacitados para prevenir e resolver ocorrências.

Uma pesquisa mundial, liderada por uma médica brasileira, aponta que o ultrassom com doppler pode tornar procedimentos estéticos mais seguros. O estudo foca o uso da ferramenta para visualizar vasos sanguíneos em tempo real durante preenchimentos com ácido hialurônico.

Conduzido pela médica Rosa Sigrist do Instituto de Radiologia da USP, o trabalho envolveu colaboradores do Brasil, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Holanda. Participaram 100 casos de complicações vasculares associadas a preenchimentos faciais.

Evidências sugerem que a avaliação clínica isolada nem sempre identifica todos os vasos visíveis a olho nu, elevando o risco de injeção em locais inadequados. O objetivo é reduzir eventos graves, como cegueira, AVC e necrose cutânea.

Dados e contexto

Segundo a ISAPS, houve um crescimento de 56% nos procedimentos com ácido hialurônico entre 2022 e 2024. O estudo reforça a necessidade de equipamentos de qualidade e equipes capacitadas para evitar complicações.

Rosa Sigrist destaca a importância de ambientes controlados e de profissionais treinados para não apenas aplicar, mas também resolver emergências associadas. A pesquisa defende a adoção mais ampla do ultrassom doppler.

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