- Estudantes brasileiros desenvolveram um joelho impresso em 3D para prótese, com foco em custo acessível e personalização.
- O protótipo ainda está em fase de testes e usa sensores para adaptar o movimento ao paciente.
- A proposta permite trocar componentes para acompanhar o crescimento de crianças e adolescentes.
- Pesquisadores afirmam que a prótese imita o movimento natural com mais precisão do que modelos tradicionais, mantendo custos menores.
- A previsão é de que a tecnologia chegue ao Sistema Único de Saúde em até três anos, ampliando o acesso a pacientes.
Desde um projeto universitário no Brasil surge uma prótese de joelho impressa em 3D, com potencial de reduzir custos e aproximar os movimentos naturais. O objetivo é criar uma solução personalizada para cada paciente, baseada em sensores que analisam o movimento individual.
O grupo é formado por estudantes brasileiros; o desenvolvimento acontece nos laboratórios de uma universidade em São Bernardo do Campo, SP. O protótipo permanece em fase de testes, com foco em imitar a marcha humana com maior precisão.
A ideia é ajustar o joelho conforme o crescimento do usuário, facilitando substituições de componentes sem grandes custos. Segundo o professor Mohammad Shaterzadeh, essa flexibilidade é essencial para ampliar o acesso à prótese.
A expectativa é que a tecnologia chegue ao SUS em até três anos, ampliando o alcance para pacientes de diferentes faixas etárias. Um exemplo citado é o uso para crianças, como o pequeno Heitor, de nove anos, que sonha em jogar futebol de amputados.
Felipe Batista, um dos pesquisadores, destaca que os testes mostram melhor simulação do movimento natural. A expectativa é reduzir barreiras de custo e oferecer uma alternativa mais adaptável que as próteses atuais.
O projeto combina engenharia mecânica, sensorização e impressão 3D para criar uma solução mais acessível e personalizada. A iniciativa visa transformar a vida de pessoas que dependem de próteses para voltar a atividades diárias.
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