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Segundo caso suspeito de Ebola em SP é descartado após análise de amostras

Caso suspeito de Ebola em São Paulo é descartado após amostras negativas; vigilância epidemiológica permanece em alerta

Após dois casos suspeitos (ambos descartados), a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de vigilância epidemiológica
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  • O segundo caso suspeito de Ebola em São Paulo foi descartado nesta sexta-feira, 12, após Two negativas em amostras coletadas em momentos distintos pelo Instituto Adolfo Lutz.
  • A paciente brasileira de 31 anos, que teve febre e diarreia após viagem à República Democrática do Congo, continua internada no hospital Emílio Ribas, com evolução clínica favorável.
  • O diagnóstico considerou que uma primeira amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção, sendo necessária nova coleta após esse período, conforme protocolo da OMS.
  • O Instituto Adolfo Lutz explicou que as duas amostras tiveram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para descarte do caso.
  • A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que o primeiro caso suspeito, registrado no início de junho, também foi descartado, e que a vigilância epidemiológica permanece intensificada.

O segundo caso suspeito de Ebola em São Paulo foi descartado nesta sexta-feira, 12. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), por meio do Instituto Adolfo Lutz (IAL), informou que duas amostras coletadas em momentos distintos tiveram resultado negativo para a doença. O caso estava em investigação desde a última quarta-feira.

A paciente, brasileira de 31 anos, apresentou febre e diarreia após viagem recente à República Democrática do Congo. Ela foi transferida de um hospital privado de São Paulo para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), onde segue internada com diagnóstico de gastroenterocolite aguda em evolução clínica favorável.

Segundo Adriana Bugno, diretora-geral do IAL, uma amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não era suficiente para afastar a infecção, exigindo nova coleta. As duas amostras, entretanto, tiveram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte.

A investigação laboratorial de vírus associados a febres hemorrágicas é de responsabilidade do IAL. A segunda coleta ocorreu conforme protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS), que orienta reamostrar após o período inicial em casos com suspeita.

O primeiro caso suspeito de Ebola em São Paulo foi descartado no início de junho, envolvendo um homem de 37 anos que esteve na RDC. A SES-SP reforça que casos suspeitos devem ser investigados rapidamente para orientar assistência e biossegurança desde o atendimento inicial.

A Secretaria de Saúde lembrou que a vigilância inclui notificação ao Ministério da Saúde pela Central/Cievs-SP. A orientação é manter a vigilância epidemiológica mesmo com risco de introdução da doença considerado baixo.

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