- A Microsoft começou a liberar o uso de GPUs para rodar APIs de IA localmente no Windows 11, mas inicialmente apenas para desenvolvedores.
- A abertura exige uma placa de vídeo Nvidia GeForce RTX da série 30 ou superior, com pelo menos 6 GB de memória de vídeo, e vale principalmente para máquinas Copilot+.
- Máquinas Copilot+ continuam a exigir NPU (Unidade de Processamento Neural) de 40 TOPS ou mais, além de 16 GB de RAM e SSD, para executar IA localmente.
- Em fase experimental, desenvolvedores de PCs não Copilot+ podem usar GPUs compatíveis para APIs de modelos de linguagem, com a possibilidade de o Windows baixar o modelo Phi Silica para a GPU.
- Para o usuário comum, recursos como Windows Recall e Click to Do ainda dependem da NPU; a mudança parece voltada a favorecer quem desenvolve aplicações de IA.
O Windows 11 passou a permitir o uso de GPUs para rodar APIs de IA localmente, embora com ressalvas. A mudança, anunciada pela Microsoft, ainda beneficia principalmente desenvolvedores no estágio atual.
Antes, o sistema exigia NPU (unidade de processamento neural) para tarefas de IA locais. Agora, GPUs Nvidia RTX GeForce série 30 ou mais novas podem ser utilizadas, desde que respeitem a memória de vídeo mínima de 6 GB.
Essa flexibilização atinge especialmente computadores Copilot+, que possuem hardware dedicado para IA. Nesses modelos, há requisitos como 16 GB de RAM, SSD e uma NPU de 40 TOPS ou superior.
Com a novidade, PCs Copilot+ podem executar tarefas de IA localmente, com dependência reduzida da nuvem. Entretanto, o custo desses setups costuma ser elevado.
Para usuários, a implementação ainda é incipiente. Em desenvolvimento, o Windows Recall e o Click to Do continuam exigindo NPU para funcionar localmente.
Segundo documentação no GitHub, desenvolvedores poderão testar APIs de modelos de linguagem em PCs não Copilot+, desde que a GPU seja compatível. A compatibilidade atual aponta GPUs Nvidia GeForce RTX 30 ou superior com pelo menos 6 GB de VRAM.
Ainda não ficou claro se GPUs de AMD ou Intel terão suporte. A Microsoft não detalhou esse ponto na documentação disponível.
Essa abertura para GPUs com IA local faz sentido para a empresa, segundo especialistas. A ideia é ampliar a adoção de IA no Windows 11, sem depender exclusivamente de nuvens.
O cenário atual sugere que a mudança favorece quem desenvolve aplicações de IA. A expectativa é que a Microsoft estenda a flexibilização aos usuários finais no futuro.
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