- Embrapa identificou, em 1990, uma abóbora de duas cores próximo ao Distrito Federal, resultado de mutação genética espontânea.
- A variedade recebeu o nome BRS Brasileirinha; na sigla BRS, Brasil Sementes.
- A colheita ocorre entre sessenta e setenta dias após o plantio; frutos podem ser colhidos já no estágio de botão floral para conserva.
- No consumo verde, a planta pode produzir até dez frutos por planta, com colheitas contínuas.
- A planta é monoica (flores masculinas e femininas na mesma planta) e pode atuar como polinizadora de abóboras do segmento Tetsukabuto, contribuindo para a produtividade.
A Embrapa revelou a origem da espécie conhecida como “abóbora da Copa”, a variação verde e amarela descoberta pela empresa. Batizada de BRS Brasileirinha, a planta é cultivada no país desde 2006, fruto de uma mutação genética observada na década de 1990.
A descoberta ocorreu em 1990, quando uma abóbora de duas cores foi encontrada por pesquisadores da Embrapa Hortaliças em uma lavoura próximo ao Distrito Federal. Sementes foram coletadas e passaram por estudos que comprovaram a mutação espontânea.
A Embrapa explica que a colheita da Brasileirinha começa entre 60 e 70 dias após o plantio. Os frutos podem ser colhidos já no estágio de botão floral para conserva.
Características de cultivo
Para consumo verde, a planta pode produzir até 10 frutos por planta, com colheitas sucessivas. A espécie é monoica, com flores femininas e masculinas na mesma planta, o que facilita a produção.
A precoce produção de flores masculinas permite o uso da BRS Brasileirinha como polinizadora de abóboras do segmento Tetsukabuto. Abelhas ajudam no pegamento dos frutos, contribuindo para a produtividade.
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