- Boehringer Ingelheim comemora setenta anos no Brasil, atuando em prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e saúde animal para fortalecer o cuidado integrado.
- Programas como Angels, Sprint e Abraçar conectam hospitais, SAMU, escolas e serviços de saúde para reduzir tempo de atendimento e mortalidade em AVC, infarto e doenças respiratórias.
- Exemplos de impacto incluem redução de mortalidade por infarto de vinte e um por cento no Rio Grande do Norte e de trinta e seis por cento em Brasília.
- Educação e prevenção são avanços-chave, com iniciativas como Fast Heroes que já alcançou mais de cento e trinta mil crianças e capacita sobre sinais de AVC.
- A atuação também abrange saúde animal e produção de alimentos, com biosseguridade e parcerias com Embrapa, além de operar a maior unidade global de saúde animal em Paulínia.
A Boehringer Ingelheim completa 70 anos no Brasil, atuando para fortalecer a integração entre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. A atuação abrange saúde humana e animal, com foco em ampliar o acesso a informações, melhorar a organização de serviços e apoiar formas mais rápidas de cuidado.
A empresa atua no Brasil desde 1956, quando escolheu o país para sediar sua primeira operação fora da Europa. Ao longo das sete décadas, desenvolveu programas que conectam escolas, SAMU, hospitais e redes de atenção básica, buscando encurtar o tempo entre sinais de doença e início do tratamento.
A atuação empresarial envolve pesquisas clínicas, medicamentos inovadores e produção de insumos para saúde humana e animal. O objetivo é fortalecer um sistema de saúde integrado, com ênfase em prevenção, diagnóstico e qualidade de vida.
Saúde que começa antes do hospital
Programas lançados em parceria com o setor público visam reduzir o tempo entre o primeiro sinal de doença e o tratamento. Um exemplo é o Angels, que acelera diagnóstico de AVC por meio de capacitação de profissionais e protocolos operacionais.
O Fast Heroes foca em crianças de 6 a 10 anos para reconhecer sinais de AVC e pedir ajuda rapidamente, já envolvendo dezenas de milhar de estudantes em várias cidades. Em Santo André e Bauru, houve relatos de acionamento do SAMU por familiares após identificação precoce.
O Sprint busca reduzir o tempo de atendimento em casos de infarto, conectando ambulâncias, UPAs e centros especializados. Resultados positivos foram observados no Rio Grande do Norte (redução de 21% na mortalidade por infarto) e em Brasília (redução de 36%).
Em conjunto, o Abraçar atua na prevenção e manejo de doenças respiratórias, fortalecendo a atenção básica e a construção de uma linha de cuidado voltada à qualidade de vida, com vistas à sustentabilidade do sistema de saúde.
Saúde animal e segurança alimentar
A Boehringer Ingelheim atua também na saúde de animais de estimação e de produção, reforçando a biosseguridade para evitar zoonoses e riscos à alimentação. A área de saúde animal representa mais de 60% de ações voltadas à prevenção de doenças.
Joana Adissi, responsável por Saúde Animal, destaca que pets saudáveis protegem famílias, e que a sanidade de animais de produção impacta diretamente a segurança dos alimentos e a saúde pública. A atuação inclui vacinas, antiparasitários e outros produtos.
Em parceria com a Embrapa, a empresa participa de um selo de biosseguridade para produção leiteira, com fazendas que hoje geram grande parte do leite consumido no país. A estratégia busca ampliar o acesso a informações e ações de prevenção sanitária.
Ciência desenvolvida no Brasil
No Brasil, pesquisadores participam do desenvolvimento de tratamentos para doenças respiratórias, cardiometabólicas, oncológicas e raras. Atualmente, 28 estudos clínicos estão em andamento, envolvendo quase 2 mil pacientes e cerca de 250 pesquisadores, ampliando a representatividade dos resultados.
A planta de Paulínia, interior de São Paulo, abriga a maior operação global de saúde animal da empresa, destacando o papel do Brasil na produção com padrões internacionais de qualidade.
Uma relação construída no longo prazo
Ao longo de 70 anos, a Boehringer Ingelheim acompanhou mudanças demográficas e de doenças no Brasil, com foco em ampliar o acesso ao cuidado e fortalecer a rede de atenção. A história envolve crianças que aprendem sobre o AVC, pacientes que chegam mais rápido ao hospital e pesquisas que buscam novas respostas terapêuticas.
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