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Estudo revela variação de sabor do uísque entre continentes

Estudo avalia como o ambiente de oito regiões molda aroma, sabor e cor de uísque single malte envelhecido

Luciano Borsato (esq.), da The Union Distillery, Aline Bortoletto, da Inobev, e Daniel Monk, da Cask World. O grupo faz parte da pesquisa que analisa como o clima impacta os sabores de uísques
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  • Estudo liderado por Aline Bortoletto, doutora em ciência e tecnologia de alimentos, analisa como o sabor de uísque muda conforme o local de envelhecimento em oito regiões, incluindo Antártica, Índia, Nova Zelândia e Serra Gaúcha (Brasil).
  • A pesquisa, financiada pela World Whisky Association, avalia rótulos single malt envelhecidos em barris por pelo menos três anos, acompanhando as interações entre bebida e ambiente.
  • O objetivo é identificar e quantify compostos voláteis químicos, com análises de laboratório seguidas de provas sensoriais para mapear características de aroma e sabor.
  • Participam da pesquisa a Union Distillery, de Bento Gonçalves (RS), além de destilarias da Argentina, Canadá, País de Gales, África do Sul, Índia, Tasmânia e Nova Zelândia.
  • A pesquisadora destaca que o estudo busca criar uma “digital” do envelhecimento climático, ajudando a projetar uísques brasileiros no mercado internacional.

A pesquisa, liderada pela cientista Aline Bortoletto, investiga como varia o sabor de uísque envelhecido conforme o ambiente. O estudo envolve oito amostras de single malt maturadas em locais distintos, incluindo Antártica, Serra Gaúcha, Índia e Nova Zelândia. A iniciativa ocorre em Piracicaba, SP, com financiamento da World Whisky Association (WWA).

Aline é doutora em ciência e tecnologia de alimentos pela USP e CEO da Inovbeb. O objetivo é identificar alterações químicas no barril que influenciam aroma, sabor e cor do destilado. A análise combina química de compostos voláteis e avaliação sensorial por provadores treinados.

A pesquisa envolve várias plantas produtoras. A Union Distillery, de Bento Gonçalves (RS), participa com um lote de reserva com mais de três anos. Além disso, destilarias da Argentina, Canadá, País de Gales, África do Sul, Índia, Tasmânia e Nova Zelândia integram o estudo.

Objetivo técnico e parceiros

A equipe planeja quantificar moléculas voláteis e correlacionar com percepções sensoriais. A ideia é criar uma “digital” do envelhecimento climático, associando cada localidade a um perfil de sabor. O tema é apresentado como complemento à produção e exportação brasileiras.

Participantes e formato do estudo

Participam oito produtores: Union Distillery (Brasil); La Alazana (Argentina); Shelter Point (Canadá); Penderyn (País de Gales); Boplaas (África do Sul); Rampur (Índia); Lawrenny (Tasmânia) e Pokeno (Nova Zelândia). As amostras envelheceram por pelo menos três anos em barris.

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