- Com riscos do PMMA em pauta, países proíbem o uso estético e o Brasil restringe-o; busca por alternativas mais seguras cresce.
- Bioestimuladores de colágeno e ácido hialurônico são as opções mais utilizadas hoje, com resultados confiáveis e estudo amplo.
- Bioestimuladores promovem produção natural de colágeno, aumentando firmeza e qualidade da pele ao longo do tempo; o ácido hialurônico fornece volume e definição de forma controlada.
- Os tratamentos devem ser planejados de forma individualizada, com avaliação detalhada e escolha de produtos adequados segundo características do paciente.
- Apenas profissionais habilitados, em ambientes com protocolos de segurança, devem realizar procedimentos; segurança vem antes de tendências estéticas.
Com a discussão sobre os riscos do PMMA (polimetilmetacrilato) — proibido em muitos países e com uso restrito no Brasil — crescem as buscas por opções mais seguras de preenchimento estético. Profissionais apontam que escolhas devem considerar segurança, ciência e acompanhamento qualificado.
Especialista em harmonização corporal, Thaine Malinowski, afirma que nem todo produto que oferece volume apresenta o mesmo perfil de segurança. Há tecnologias atuais desenvolvidas para fins estéticos, com maior previsibilidade de resultados e acompanhamento ao longo do tempo.
Entre as opções com respaldo científico estão bioestimuladores de colágeno e ácido hialurônico, substâncias aprovadas para uso estético. Os bioestimuladores estimulam a produção natural de colágeno, enquanto o ácido hialurônico oferece volume e definição com manejo controlado.
O planejamento é individualizado. Cada paciente passa por avaliação detalhada para indicar estratégias conforme características anatômicas, objetivos e histórico de saúde, destacando que não existe solução única.
A profissional enfatiza a necessidade de profissionais habilitados atuando em ambientes que sigam protocolos de segurança rigorosos. Antes de decidir, o paciente deve buscar informações confiáveis e entender as substâncias que serão utilizadas.
Thaine Malinowski ressalta que a segurança deve vir antes de tendências estéticas, com análise criteriosa, escolha adequada dos produtos e experiência do profissional responsável pelo procedimento.
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