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Claude amplia atuação no Brasil com parceiros especializados

Corevalue passa a ser parceira certificada Claude no Brasil, impulsionando adoção corporativa da IA generativa e governança de uso

Foto: ChatGPT/OpenAI / DINO
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  • A Corevalue entra para a rede de parceiros certificados Claude, sinalizando adoção corporativa da IA generativa no Brasil.
  • A Anthropic lançou a Claude Partner Network, com investimento inicial de US$ 100 milhões em 2026 para treinamento, suporte e desenvolvimento conjunto com parceiros.
  • A adoção de IA já é estratégica globalmente: 78% das organizações usaram IA em 2024, segundo o AI Index 2025, com investimentos privados em IA generativa de US$ 33,9 bilhões.
  • No Brasil, 13% das empresas com dez ou mais pessoas declararam usar IA em 2024, mantendo o mesmo patamar de 2023 e 2021.
  • A Corevalue enfatiza que a adoção corporativa de Claude envolve arquitetura, governança, MLOps e gestão de custos, indo além de projetos pontuais e visando uma camada operacional segura e integrada.

A Corevalue, consultoria brasileira de infraestrutura de inteligência artificial, amplia atuação no Brasil como parceira certificada Claude. A iniciativa coloca a empresa entre as primeiras da América Latina a apoiar a adoção corporativa da plataforma Claude, de Anthropic, no mercado nacional. A atuação envolve avaliação de maturidade, arquitetura, governança e capacitação.

A parceria integra o movimento global de uso de IA generativa em ambientes corporativos. Estudos indicam que a adoção de IA aumentou rapidamente em 2024, com 78% das organizações reportando uso da tecnologia, segundo o AI Index 2025 da Stanford. Investimentos em IA generativa também cresceram no período.

No Brasil, a adoção ainda apresenta tendência desigual. Uma pesquisa do TIC Empresas 2024 aponta que 13% das empresas com dez ou mais funcionários utilizam IA, número similar ao registrado em 2023 e 2021, com maior concentração em grandes organizações. Esses dados ajudam a explicar o interesse em estruturas técnicas mais robustas.

Estruturação da adoção corporativa

Para a Corevalue, a adoção de Claude no ambiente empresarial exige além da escolha de modelos, políticas de segurança, governança de dados e integração com sistemas internos. A empresa foca em três frentes: infraestrutura de IA, adoção corporativa de Claude e governança para uso seguro e escalável.

A partir dessa abordagem, a Corevalue difere de projetos pontuais de automação. Em ambientes corporativos, decisões envolvem arquitetura, gestão de identidades, rastreabilidade, observabilidade e controle de consumo. Esses componentes ganham relevância conforme a IA é integrada por diversas áreas.

Contexto de mercado e previsões

Relatórios recentes reforçam a necessidade de governança na IA. A McKinsey mostra que metade das organizações pesquisadas vivenciou consequências negativas associadas à IA, destacando a imprecisão de sistemas. A adoção responsável passa a exigir mecanismos de avaliação e mitigação de riscos.

Além disso, dados sobre uso no trabalho apontam o fenômeno BYOAI, com muitas pessoas levando ferramentas próprias para o ambiente profissional. Estudos de mercado indicam crescimento de gastos com IA e maior demanda por infraestrutura para gerenciar frotas de agentes e aplicações.

O papel dos parceiros e próximos passos

O ecossistema de Claude Partner Network, anunciado pela Anthropic em 2026, prevê investimento inicial de US$ 100 milhões para treinamento, suporte técnico e desenvolvimento conjunto de mercado. A Corevalue alinha-se a essa tendência, visando apoiar empresas brasileiras na estruturação de IA generativa como camada de atuação corporativa.

Especialistas veem a IA corporativa evoluindo para uma disciplina de governança de tecnologia. A Corevalue aponta que temas como AI FinOps, gestão de consumo de tokens, políticas de acesso e governança de prompts devem guiar decisões de CIOs, CTOs e demais líderes de tecnologia no Brasil.

Visão da empresa sobre o caminho a seguir

Segundo Guilherme Mazetto, Head of AI Architecture da Corevalue, a próxima fase da IA corporativa depende de transformar experimentos em uma camada operacional governada. A visão aponta para arquitetura, controle de acesso, integração com dados internos, rastreabilidade, observabilidade, gestão de custos e políticas de uso como pilares centrais.

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