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Ex-técnico da seleção Parreira enfrenta linfoma de Hodgkin

Ex-técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, é internado no Rio com complicações de saúde ligadas ao linfoma de Hodgkin

Parreira foi técnico da seleção brasileira na conquista da tetracampeonato da Copa do Mundo, assim como nas vitórias da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005 — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
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  • O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, foi internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, por complicações de saúde.
  • A internação foi confirmada pelo hospital, que não divulgou detalhes do estado de saúde e pediu privacidade.
  • Parreira é diagnosticado com linfoma de Hodgkin, câncer que ataca o sistema linfático e os glóbulos brancos.
  • O linfoma de Hodgkin representa cerca de vinte por cento dos linfomas e pode ter tumores nos gânglios do pescoço, virilha, tórax e axilas.
  • Embora seja grave, a doença tem altas taxas de cura com diagnóstico precoce, podendo chegar a cerca de noventa por cento.

Nos dias atuais, o ex-técnico Carlos Alberto Parreira foi internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, por complicações de saúde. A instituição comunicou a internação, sem divulgar detalhes do estado dele, para preservar a privacidade.

Parreira, 83 anos, é diagnosticado com linfoma de Hodgkin, câncer que ataca o sistema linfático e os linfócitos, células do sistema imunológico. O diagnóstico veio a público por meio de fontes próximas ao caso.

O linfoma de Hodgkin é relativamente raro no Brasil, com cerca de 3 casos para cada 100 mil habitantes. A doença costuma iniciar em gânglios linfáticos do pescoço, virilha, tórax ou axilas.

O que é o linfoma de Hodgkin

As células malignas associadas ao Hodgkin são chamadas de Reed-Sternberg, produtoras de inflamação local e atração de células de defesa. O resultado é o crescimento de uma massa tumoral nos gânglios.

Essas células podem se espalhar pelos vasos linfáticos, atingindo tecidos próximos e aumentando o estágio da doença. O linfoma de Hodgkin representa cerca de 20% dos casos de linfoma.

Sintomas, diagnóstico e prognóstico

Entre os sinais estão o inchaço dos gânglios, febre, suores noturnos e emagrecimento não intencional. Esses sintomas, conhecidos como sinais B, ajudam na detecção precoce.

Apesar da gravidade, o diagnóstico precoce eleva as chances de cura, que podem chegar a cerca de 90%. A confirmação depende de avaliação médica e, se necessário, de biópsia.

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