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Maior desafio da saúde pública no Brasil hoje, aponta Margareth Dalcolmo

Margareth Dalcolmo aponta fortalecimento do SUS e aumento de gasto em saúde como prioridade para proteger idosos e ampliar acesso

Margareth Dalcolmo, médica referência no combate à pandemia
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  • Margareth Dalcolmo, médica e pesquisadora, de 71 anos, é a convidada da coluna GENTE e aponta o fortalecimento do SUS como o maior desafio da saúde pública no Brasil.
  • O Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, precisa manter atendimento equânime; o SUS é considerado exemplo mundial, apesar das falhas.
  • O gasto público com saúde fica abaixo de cinco por cento do PIB; é necessário aumentar esse gasto para proteger a população, sobretudo os idosos, já que há mais de seis milhões acima de 80 anos.
  • Existem vacinas voltadas a idosos, como a Pneumovinte, mas é preciso incorporar outras, o que envolve custos elevados.
  • É preciso treinar profissionais para a diversidade do país, investir em urgências e emergências, e usar tecnologia e inteligência artificial para diagnóstico precoce e detecção de doenças.

Margareth Dalcolmo, médica e pesquisadora de 71 anos, é a convidada da coluna GENTE, apresentada na modalidade semanal. O programa está disponível no canal VEJA+ no YouTube, no streaming Samsung Plus, LG, TCL e Roku, e na versão podcast no Spotify.

Durante a entrevista, a especialista aponta o fortalecimento do SUS como o principal desafio da saúde pública brasileira. Ela destaca a proteção de uma população que envelhece, com mais de 6 milhões de pessoas acima de 80 anos, e a necessidade de ampliar o financiamento.

Outro ponto importante é a gestão de custos, já que o Brasil investe menos de 5% do PIB em saúde. Ela cita a Pneumovinte como vacina útil para idosos e enfatiza que ampliar o quadro de profissionais e a qualificação é essencial, diante da diversidade regional do país.

Dalcolmo ressalta ainda a importância da integração entre urgência, emergência e tecnologia. Ela defende o uso de inteligência artificial para diagnóstico precoce e detecção de doenças, buscando reduzir desigualdades entre Sudeste e Norte.

Desafios apontados pela pesquisadora

A entrevistada afirma que é necessário treinar mais profissionais e ampliar o acesso à tecnologia hospitalar. A ideia é melhorar a qualidade de atendimento e a equidade no sistema público de saúde.

A fala completa está disponível na íntegra no canal VEJA+ no YouTube, nas plataformas de TV e no Spotify, com a periodicidade semanal da coluna GENTE.

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