Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mais de 2,5 mil aguardam transplante de medula no Brasil

Brasil tem mais de 2,5 mil pacientes aguardando doador compatível, mesmo com Redome entre os maiores registros, destacando a importância da diversidade genética

Foto: Shutterstock / DINO
0:00
Carregando...
0:00
  • Mais de 2,5 mil pessoas aguardam por um doador compatível para transplante no Brasil.
  • O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) tem cerca de 5,9 milhões de pessoas cadastradas, sob coordenação do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
  • O Redome é o terceiro maior registro de doadores voluntários do mundo e o maior mantido com recursos públicos.
  • Cerca de 25% dos pacientes encontram doador compatível dentro da família; o restante depende de cadastros nacionais e internacionais.
  • A campanha Junho Laranja destaca a importância de ampliar e atualizar o cadastro para melhorar as chances de encontrar compatibilidade e reduzir o tempo de espera.

O Brasil mantém um dos maiores cadastros públicos de doadores de medula óssea, mas ainda há milhares de pacientes na fila por um transplante. Dados do Redome indicam que mais de 2,5 mil pessoas aguardam um doador compatível no país.

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, coordenado pelo Inca e ligado ao Ministério da Saúde, reúne cerca de 5,9 milhões de voluntários. O Redome é considerado o maior cadastro mantido com recursos públicos.

Apesar do alcance, a compatibilidade genética continua sendo o principal desafio. Aproximadamente 25% dos pacientes identificam um doador compatível dentro da família, segundo informações do Inca.

A fila de espera por transplantes reflete esse desafio. A SBTMO estima que mais de 2,5 mil pessoas aguardam por um doador compatível. Em alguns casos, a chance de encontrar doador fora do núcleo familiar é de 1 em 100 mil.

Para entender a dimensão do tema, Raul Canal, presidente da Anadem, ressalta que o registro é estratégico, mas a compatibilidade genética é essencial para a segurança e os resultados do procedimento. É preciso ampliar a diversidade genética e manter os dados atualizados.

Especialista em direito médico aponta que o acesso ao tratamento também depende de políticas públicas efetivas. Quanto maior o registro, maiores as chances de localização de compatibilidades e menor pode ser o tempo de espera, impactando o direito à saúde.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais