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Mudanças da menopausa nem sempre aparecem na balança, alerta de nutróloga

Musculação na menopausa reduz gordura abdominal, preserva músculo e densidade óssea, fortalecendo metabolismo e qualidade de vida

Musculação para mulheres na menopausa / Canva
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  • A menopausa altera a distribuição de gordura, diminui a massa muscular e aumenta o risco de osteopenia e osteoporose, mesmo que a balança não mostre grande mudança.
  • A queda de estrogênio explica por que o corpo passa a acumular gordura na região abdominal e a musculatura perde força e volume.
  • Preservar músculo é clave: a massa muscular influencia metabolismo, gasto energético, sensibilidade à insulina, mobilidade e proteção articular.
  • O treino de força ajuda a manter os ossos mais fortes, reduzindo o avanço da osteopenia e contribuindo para autonomia, equilíbrio e segurança nos movimentos.
  • A musculação na menopausa não é apenas estética: é ferramenta de saúde, associando melhora metabólica, controle da gordura abdominal e bem-estar geral, sem depender apenas da balança.

A menopausa vai além do ciclo menstrual. Em declaração de nutróloga, a queda de estrogênio altera a distribuição de gordura, a massa muscular e a densidade óssea, além de influenciar o metabolismo e a energia do corpo. A mudança é gradual e muitas vezes silenciosa.

Com menos músculo e mais gordura central, mulheres podem experimentar barriga mais visível, menor volume muscular e maior fragilidade óssea, elevando o risco de osteopenia e osteoporose. Mesmo sem grandes variações na balança, ocorrem mudanças relevantes na saúde.

Por que o treino de força ganha relevância

Estudos recentes apontam que a musculação não é apenas estética, mas ferramenta de saúde na menopausa. O treino de resistência contribui para manter massa muscular, reduzir gordura abdominal e melhorar marcadores metabólicos e inflamatórios.

A prática ajuda ainda a manter os ossos mais fortes, compensando a queda hormonal. Junto com atividades como caminhada e pilates, o treino de força aumenta a autonomia, o equilíbrio e a segurança nos movimentos.

Como agir na prática

A transição hormonal exige estratégias diferentes ao longo do tempo. Preservar músculo é proteção metabólica, hormonal e funcional, não apenas uma meta de aparência. O acompanhamento individualizado é recomendado para adaptação de volumes e intensidades.

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