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Programa de detecção precoce de adenomiose vai ao plenário

Projeto cria programa de detecção precoce da adenomiose, com parcerias, diagnóstico padronizado e monitoramento, para evitar anemia e uso de urgência

Bancada: senadora Damares Alves (Republicanos-DF); senador Dr. Hiran (PP-RR); relatora do PL 5.310/2023, senadora Leila Barros (PDT-DF); senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR).
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  • A Comissão de Assuntos Sociais aprovou o PL 406/2024, que cria o Programa de Detecção Precoce e Tratamento da Adenomiose, e o texto vai ao Plenário em regime de urgência.
  • O projeto prevê parcerias para pesquisa, padronização de critérios de diagnóstico, treinamento de profissionais de saúde e realização de eventos, com monitoramento da doença por meio de registros oficiais.
  • A relatora Roberta Acioly explicou que a adenomiose pode provocar inflamação local e dores, além de sangramento uterino irregular; a detecção precoce ajuda a evitar anemia e uso frequente de serviços de urgência.
  • O senador Dr. Hiran ressaltou que a detecção envolve ultrassom e ressonância magnética, mas observou que esses exames têm acesso limitado em postos e unidades básicas de saúde; pediu expansão com o SUS.
  • O texto manteve o conteúdo apresentado pela deputada Clarissa Tércio.

A Comissão de Assuntos Sociais aprovou, nesta quarta-feira (17), o Projeto de Lei 406/2024, que cria o Programa de Detecção Precoce e Tratamento da Adenomiose. O objetivo é proteger mulheres da doença, que envolve tecido endometrial na musculatura do útero. O texto segue para o Plenário em regime de urgência.

O projeto prevê ações como parcerias para pesquisa, padronização de critérios de diagnóstico, treinamento de profissionais de saúde e realização de eventos. O poder público ficará responsável por monitorar a doença por meio de registros de ocorrências.

A relatora, senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), destacou que a adenomiose pode causar inflamação local e dores intensas. A deputada Clarissa Tércio (PP-PE) teve o texto mantido na íntegra pela senadora.

O senador Dr. Hiran (PP-RR) apontou que a detecção precoce depende de ultrassom e ressonância magnética, cujos exames podem ter acesso limitado em postos e unidades básicas de saúde. Ele defendeu facilitação de acesso pelo SUS para atender às pacientes.

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