- Protetor labial com proteção contra raios UVA e UVB e FPS acima de 30 ajuda a reduzir o risco de câncer de lábio, ligado à exposição solar.
- O Instituto Nacional de Câncer estima 10,9 mil novos casos no Brasil em 2026, com mais ocorrências no Sudeste (5.650) e no Nordeste (2.380).
- A proteção deve fazer parte da rotina diária, mesmo em dias nublados, para manter os lábios resguardados.
- Além do protetor, é recomendado evitar exposição direta entre 10h e 16h e usar barreiras físicas como chapéus ou bonés.
- Sinais de alerta incluem manchas, endurecimento, feridas que não cicatrizam por mais de 15 dias, crostas ou sangramento; diagnóstico é por biópsia e, se bem tratado precocemente, a taxa de sobrevida em cinco anos costuma ser alta.
O protetor labial deve fazer parte da rotina de cuidados, pois a proteção da região da boca ajuda a prevenir o câncer de lábio. O alerta vem de especialistas e de dados de saúde pública, que associam a doença principalmente à exposição solar.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil pode registrar 10,9 mil novos casos em 2026. A maior concentração está prevista para a região Sudeste (5.650), seguida do Nordeste (2.380). A exposição solar crônica é o principal fator de risco.
Diferentemente de outros tumores bucais vinculados ao tabagismo, ao álcool ou ao HPV, o câncer de lábio está fortemente ligado à radiação UV. Por isso, escolher um protetor labial adequado é crucial, não apenas para hidratar, mas para proteção solar.
O protetor labial recomendado deve oferecer proteção contra UVA e UVB e ter FPS acima de 30. A boa fixação nos lábios ajuda a manter a proteção ao longo do dia, destacam especialistas.
A orientação é usar protetor labial mesmo em dias nublados, já que os raios continuam atuando. Evitar exposição entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa, também é aconselhável, junto com barreiras físicas como chapéus.
Sinais de alerta
Entre os sinais estão manchas brancas ou vermelhas, endurecimento, feridas que não cicatrizam por mais de 15 dias, crostas persistentes e sangramento. Nesses casos, procure dentista ou médico para avaliação.
O diagnóstico definitivo é por biópsia. O tratamento depende do tamanho e do estágio do tumor, envolvendo, quando necessário, cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, sob orientação médica.
Se não tratada, a doença pode comprometer fala e mastigação e evoluir para metástase. Em casos precoces, as taxas de sucesso terapêutico são altas, com sobrevida superior a 95% após cinco anos.
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