- Tecnologia, IA e digitalização em massa ajudam pesquisado
res acessarem banco global com cerca de 145 milhões de registros históricos, para estudar biodiversidade.
- Jardim Botânico Real de Kew já digitalizou mais de 7 milhões de espécimes.
- O estudo reuniu mais de quatrocentos cientistas de quarenta países.
- A IA aponta mudanças nos períodos de floração das plantas por causa das mudanças climáticas, o que pode afetar interações com polinizadores.
- A combinação de dados e ferramentas digitais deve orientar ações de conservação com maior precisão.
O Jardim Botânico Real de Kew, no Reino Unido, divulgou como IA e digitalização em massa ajudam a entender a biodiversidade terrestre e a planejar ações de conservação. A linguagem é de medir riscos e propor estratégias mais assertivas.
A plataforma permite acessar um banco global com cerca de 145 milhões de registros históricos, acessíveis remotamente. O próprio Kew já digitalizou mais de 7 milhões de espécimes, ampliando a disponibilidade de dados para pesquisas.
O estudo envolveu mais de 400 cientistas de 40 países. Entre as descobertas está a alteração nos períodos de floração de plantas, motivada por mudanças climáticas, o que pode alterar a interação com polinizadores como abelhas.
Impactos para conservação
A pesquisa aponta que dados digitais ajudam a identificar espécies em risco de extinção, favorecendo ações preventivas. A digitalização facilita monitoramento, mapeamento de habitats e planejamento de corredores ecológicos.
Além disso, a IA permite modelar cenários futuros, auxiliando autoridades e comunidades locais a priorizar espécies e áreas de proteção. O uso de tecnologia busca reduzir perdas de plantas e fungos e proteger a biodiversidade global.
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