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DF confirma primeiro caso de cancro bacteriano em videiras

DF confirma primeiro caso de cancro bacteriano na videira no Paranoá; vigilância é ampliada para delimitar área e proteger a viticultura local

A detecção é fruto de um monitoramento iniciado em 2024 pela Seagri em parceria com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia - (crédito: Divulgação/Seagri-DF)
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  • DF confirma a primeira ocorrência de cancro bacteriano da videira na região administrativa Paranoá (PAD-DF).
  • A doença é causada pela bactéria Xanthomonas citri pv. viticola e foi identificada em uma propriedade rural local.
  • O diagnóstico definitivo foi emitido em junho pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA/GO), após monitoramento iniciado em 2024 pela Seagri-DF em parceria com a Embrapa.
  • O cancro bacteriano representa risco para a viticultura local, especialmente diante do crescimento do mercado de vinhos finos na região.
  • Não há cura; a erradicação de plantas infectadas e a prevenção são as medidas para conter o avanço, com força-tarefa do governo para delimitar a área afetada e rastrear a origem da bactéria.

A Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF confirmou o primeiro caso de cancro bacteriano da videira na capital. A doença, causada pela bactéria Xanthomonas citri pv. viticola, foi identificada em uma propriedade no PAD-DF, Paranoá.

O monitoramento, iniciado em 2024 pela Seagri em parceria com a Embrapa, resultou no laudo oficial de junho, emitido pelo LFDA/GO. A detecção chega em momento de expansão do mercado de vinhos finos locais.

O secretário Rafael Bueno ressalta o risco para a viticultura do DF, diante de investimentos e reconhecimento de vinhos regionais. A doença não tem cura; apenas erradicação de plantas infectadas e prevenção são viáveis.

Ações de vigilância e resposta

A Subsecretaria de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, junto ao Mapa, formou uma força-tarefa para delimitar a área afetada e rastrear a origem da bactéria. Equipes já intensificam vistorias em parreirais da região.

Danielle Araújo, subsecretária, informou que o monitoramento epidemiológico está sendo ampliado para entender a distribuição da doença e proteger a viticultura local. A ação visa conter o avanço do cancro.

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