- Estudo da Universidade do Texas em Dallas acompanhou 3.966 adultos (19 a 94 anos) por três anos no BrainHealth Project, sugerindo que o cérebro pode melhorar ao longo da vida, inclusive após os 90.
- Participantes fizeram treinamentos cerebrais diários de cinco a quinze minutos.
- O BrainHealth Index avaliou clareza mental, equilíbrio emocional e conexão com outras pessoas e propósito de vida, com melhora em todas as idades, incluindo quem tem mais de 80 anos.
- Idade, sexo e escolaridade não foram determinantes para o progresso; o engajamento dos participantes foi o fator mais relevante.
- Os resultados indicam que pequenas atividades diárias e participação contínua podem promover ganhos cognitivos ao longo da vida.
Durante o BrainHealth Project, pesquisadores acompanharam 3.966 adultos entre 19 e 94 anos por três anos. O objetivo foi observar mudanças na saúde cerebral ao longo da vida.
Os participantes realizaram treinamentos cerebrais de apenas cinco a quinze minutos diários. A evolução foi medida pelo BrainHealth Index, que avalia clareza mental, equilíbrio emocional e conexão social.
Resultados indicam melhoria nessas áreas em todas as faixas etárias, inclusive entre quem tem mais de 80 anos. A ideia contraria a visão de queda cognitiva constante com o envelhecimento.
Desenvolvimento cognitivo ao longo da vida
A idade não foi o principal determinante do progresso. Sexo e escolaridade também não definiram quem progrediu mais, segundo os pesquisadores.
O fator mais relevante foi o nível de engajamento dos participantes com as atividades propostas. O estudo reforça a possibilidade de fortalecimento cerebral contínuo.
Os autores destacam que os ganhos ocorreram mesmo com atividades simples e diárias, sugerindo potencial de intervenções de baixo custo para manter a saúde cognitiva até idades avançadas.
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