- O astrofísico Brian Lacki, da Universidade de Oxford, sugere que a Lua é um dos lugares mais indicados para buscar vestígios de vida alienígena, já que a poeira lunar pode preservar evidências tecnológicas antigas.
- O estudo defende buscar tecnoassinaturas passivas, que não exigem manutenção e podem permanecer por muitos anos.
- Segundo a pesquisa, estruturas alienígenas antigas podem ter se pulverizado, gerando tecnogrãos que, transportados pelo vento estelar, chegam à Lua.
- A proposta é coletar amostras de poeira lunar e analisá-las em busca de materiais incompatíveis com processos naturais, reduzindo a dependência de telescópios.
- Os resultados foram apresentados em uma versão pré-print publicada no arXiv no início de junho.
Um estudo propõe uma mudança de estratégia na busca por vida alienígena. Em vez de tentar captar sinais atuais, pesquisadores sugerem buscar vestígios de civilizações antigas. A Lua é apontada como um lugar promissor, devido à possibilidade de preservar evidências na poeira. A ideia foi publicada no início de junho em uma versão pré-print no arXiv.
O trabalho é assinado pelo astrofísico Brian Lacki, da Universidade de Oxford. Ele sustenta que a pesquisa deve se concentrar em tecnoassinaturas passivas, que não exigem manutenção e podem permanecer por muitos anos. A hipótese envolve estruturas antigas que podem ter se pulverizado, gerando tecnogrãos.
Proposta de coleta e análise
Segundo Lacki, a busca mira evidências que não dependem de telescópios ativos. Amostras de poeira lunar seriam examinadas para identificar materiais incompatíveis com processos naturais. A coleta pode ampliar as vias de investigação, ampliando a janela de tempo para detectar vestígios de tecnologia antiga.
A proposta descreve que partículas recebidas do vento estelar podem chegar à Lua, onde condições adequadas ajudariam na preservação. A amostra seria analisada para separar traços não naturais, contribuindo para uma avaliação de possíveis civilizações extintas. O estudo ainda não apresenta evidências diretas.
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