- Obesidade no Brasil aumentou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, segundo a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde.
- Semaglutida e tirzepatida ganharam uso clínico, enquanto Ozempic e Mounjaro ficaram populares como “canetas emagrecedoras”; especialistas alertam para necessidade de acompanhamento médico.
- Emagrecimento feito sem avaliação metabólica pode levar à perda de massa muscular e ao efeito rebote, prejudicando saúde e resultados.
- A massa muscular é crucial para o gasto energético e bem-estar; preservá-la é prioridade para manter ganhos a longo prazo.
- Profissionais indicam protocolos individualizados, com avaliação de peso, composição corporal, marcadores metabólitos, histórico hormonal e hábitos, com acompanhamento contínuo.
A popularização de canetas para emagrecer, como semaglutida e tirzepatida, não dispensa avaliação metabólica e acompanhamento médico. Especialistas destacam que perder peso com saúde exige preservação muscular e estratégias personalizadas.
O tema ganhou repercussão com Ozempic e Mounjaro, nomes comerciais das substâncias, usados no tratamento de obesidade em consultórios. Dados do Ministério da Saúde mostram que a obesidade subiu no Brasil, de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, segundo a pesquisa Vigitel.
Profissionais alertam para riscos de abordagens isoladas apenas para redução de peso. O processo envolve entender causas como alterações hormonais, resistência à insulina, deficiência de vitaminas, sono, estresse e hábitos alimentares.
Máquina de depender de dieta restrita sem acompanhamento pode levar à perda de massa muscular ao longo do emagrecimento. A massa muscular influencia o gasto energético, a força e a qualidade de vida, sendo crucial manter a musculatura para evitar desaceleração metabólica.
Estudos indicam que, sem manejo adequado, o emagrecimento rapido pode trazer efeito rebote. O reganho de peso ocorre quando não há mudanças estruturais nos hábitos, ressaltam especialistas consultados.
Tratamentos personalizados consideram peso, composição corporal, perfil metabólico, histórico hormonal e rotina do paciente. O acompanhamento contínuo reduz impactos negativos, amplia bem-estar e facilita a manutenção dos resultados a longo prazo.
Entre na conversa da comunidade