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Cravo-da-índia com álcool surge como alternativa para afastar mosquitos

Receita caseira de cravo-da-índia com álcool surge como opção aromática contra mosquitos, mas não substitui repelentes registrados nem medidas de prevenção

Créditos: Foto/Divulgação
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  • Mistura de cravo-da-índia com álcool é apresentada como opção aromática para afastar mosquitos, sem garantia de proteção.
  • Receita: 100 ml de álcool 70% ou álcool de cereais com 10 g de cravo-da-índia, em frasco vedado, infusão de três a quatro dias em local escuro e ventilado.
  • Após a infusão, a solução deve ser coada e transferida para borrifador, pronta para uso apenas no ambiente.
  • A Anvisa destaca que repelentes de pele e produtos para afastar insetos devem ser registrados; a mistura não substitui produtos aprovados.
  • Aplicação segura: borrifar em pequenas quantidades no ambiente, mantendo distância de chamas, calor, crianças, pets e alimentos; reduzir mosquitos também envolve eliminar água parada, usar telas e roupas adequadas.

Em meio à preocupação com a proliferação de mosquitos e doenças como dengue, uma receita caseira ganhou atenção como possível solução para reduzir a presença de insetos em casa. A mistura de cravo-da-índia com álcool é apresentada como aromática, não como proteção comprovada.

A ideia é simples: triturar ou macerar cravo e misturar com álcool para criar uma solução perfumada. O preparo envolve 100 ml de álcool e 10 g de cravo, que deve descansar em local escuro por três a quatro dias antes de coar e colocar em borrifador.

A aplicação deve ser feita apenas no ambiente, com pequenas borrifadas e distância de fontes de calor. Crianças, animais e alimentos merecem atenção, já que o líquido é inflamável.

Alerta da Anvisa e limitações

A Anvisa ressalta que repelentes para pele e itens de ambiente precisam de registro regularizado. A mistura de cravo e álcool não substitui produtos aprovados nem orientações dos rótulos para proteção individual eficaz.

A recomendação oficial é manter a higiene contra focos de água parada, usar barreiras físicas e aplicar apenas repelentes registrados, seguindo as instruções das autoridades de saúde.

Mesmo com aroma atrativo, a solução caseira deve ser encarada como apoio aromático e não como garantia de prevenção contra picadas ou doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

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