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Estudo de Harvard aponta tempo semanal de treino de força para viver mais

Estudo com 147 mil pessoas ao longo de trinta anos aponta que 90–120 minutos semanais de treino de força reduzem mortalidade geral em 13% e risco de doenças cardíacas em 19%

Musculação: proteção contra doenças cardiovasculares e neurológicas
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  • Estudo liderado pela Escola de Saúde Pública de Harvard analisou 147.374 profissionais de saúde ao longo de 30 anos para avaliar o impacto do treino de força na longevidade.
  • Quem realiza de 90 a 120 minutos semanais de treino de força apresenta risco 13% menor de morrer por qualquer causa.
  • O risco de morte por doenças cardiovasculares cai 19% nesse grupo, e o de doenças neurológicas cai 27%.
  • Quem treina até 30 minutos por semana tem redução de mais de 20% no risco de morte por câncer.
  • Os benefícios aumentam quando exercícios de força são combinados com atividades aeróbicas, incluindo musculação, circuitos funcionais e calistenia.

Os exercícios de força ajudam a ampliar a expectativa de vida e a reduzir doenças. Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine avaliou quanto tempo dedicar ao treino de força para viver mais. A pesquisa envolve 147.374 profissionais de saúde.

O estudo acompanhou, por 30 anos, a rotina de atividades físicas desses participantes. No início, a média de idade era de 54 anos, com maioria feminina. A equipe, liderada pela Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou questionários a cada dois anos.

Resultados principais

Pessoas que realizavam de 90 a 120 minutos semanais de treino de força apresentaram queda de 13% no risco de morte por qualquer causa. O risco de mortalidade por doenças cardiovasculares caiu 19% e por doenças neurológicas, 27%.

Detalhes por tipo de atividade

Sessões de musculação com aparelhos, halteres, circuitos funcionais e calistenia contam como treino de força. Ao combinar atividades resistidas com aeróbicas, como corrida ou caminhada, os benefícios à saúde se potencializam.

Implicações para a prática

Os resultados destacam que não basta correr ou pedalar. Incluir exercícios de força na rotina pode ampliar a longevidade, especialmente quando combinados com atividades aeróbicas.

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