- Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinam protocolo de intenções para pesquisar minerais críticos, com foco em cadeias de transição energética e de óleo e gás, em evento no Rio de Janeiro.
- A assinatura ocorreu durante a cerimônia de aniversário de setenta e quatro anos do BNDES, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou que a parceria buscará pesquisar minerais essenciais para eletrificação e sinergias com as atividades da estatal.
- O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que há intenção de ampliar a parceria com a Vale para acelerar pesquisas sobre minerais críticos, combinando experiência de mineração com geologia da Petrobras.
- Mercadante ressaltou que o Brasil tem posições expressivas na produção e reservas de minerais como alumina, estanho, grafite natural, lítio, manganês e níquel, destacando o potencial estratégico do país nessas cadeias.
A Petrobras e o BNDES anunciaram uma parceria para pesquisar minerais críticos, com foco em cadeias de transição energética e de óleo e gás. O protocolo foi assinado durante cerimônia em que a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e o presidente Lula estiveram presentes. O ato ocorreu no Rio de Janeiro, em evento que celebrou os 74 anos do banco.
O objetivo é mapear oportunidades de sinergia entre as atividades da Petrobras em geologia e exploração de minerais, bem como desenvolver tecnologia para inserir o Brasil de forma mais competitiva nesse setor. A iniciativa busca avançar em pesquisas que contribuam para um futuro de baixo carbono.
Mercadante explicou que a parceria pode ser expandida para a Vale, visando acelerar estudos sobre minerais críticos. A meta é unir a experiência da mineradora com o conhecimento técnico da Petrobras para ampliar a capacidade produtiva de minerais estratégicos.
O banco destacou que o Brasil já tem posição expressiva em minerais: é o terceiro maior produtor mundial de alumina, quarto em reservas de estanho, segundo em grafite natural e entre os cinco maiores produtores de lítio. O país também detém a quarta maior reserva de manganês e a terceira de níquel.
Mercadante ressaltou ainda que entender a capacidade produtiva de minerais críticos é o primeiro passo para atrair investimentos, agregar valor às riquezas naturais e posicionar o Brasil em cadeias globais com maior conteúdo tecnológico, alinhadas às prioridades do governo Lula.
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