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SUS retoma reforço de duas doses da poliomielite em crianças de 4 anos

SUS retoma duas doses de reforço da poliomielite para crianças de quatro anos, visando ampliar proteção e manter o país livre da doença

Vacinas estão disponíveis para crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos
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  • A partir de agosto, o Sistema Único de Saúde retomará a aplicação de duas doses de reforço da vacina contra a poliomielite em crianças de 4 anos, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde.
  • A medida visa ampliar a proteção e manter o Brasil livre da poliomielite, que não registra casos desde 1989; em 1994 o país recebeu o certificado de área livre do vírus pela Organização Mundial da Saúde.
  • A vacinação contra a poliomielite é obrigatória e faz parte do calendário nacional: primeira dose aos 2 meses, com reforços aos 4 meses, 6 meses, 15 meses e entre 4 e 5 anos; agora haverá dois reforços adicionais para crianças de 4 anos que ainda não receberam a última dose.
  • O Ministério afirma que a retomada dos reforços busca evitar paralisia irreversível e morte associadas à doença.
  • A campanha ocorrerá em todo o país, com orientação para que pais e responsáveis levem as crianças às unidades de saúde para receberem as doses de reforço.

A partir de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) retomará a aplicação de duas doses de reforço da vacina contra a poliomielite em crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde, que ressalta a importância da imunização para manter o Brasil livre da doença.

O país não registra casos de poliomielite desde 1989 e recebeu, em 1994, o certificado de área livre de circulação do vírus pela OMS. A vacinação é obrigatória e integra o calendário nacional, com múltiplos reforços desde os primeiros meses de vida.

Essa nova estratégia visa ampliar a proteção e evitar a reintrodução do vírus. A poliomielite pode causar paralisia irreversível e, em alguns casos, levar à morte, especialmente em comunidades com baixa cobertura vacinal.

Contexto

A campanha nacional ocorrerá de forma ampla, com mobilização para alcançar a cobertura vacinal ideal. Pais e responsáveis devem levar as crianças às unidades de saúde para receberem as doses de reforço.

A vacinação permanece como principal ferramenta de controle da poliomielite e de vigilância epidemiológica no país.

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