- A Universidade Federal de Goiás investe R$ 1,9 milhão em um projeto de extensão com a Fundação RTVE para fortalecer o uso de bioinsumos no campo, com duração de três anos.
- O foco é desenvolver protocolos de eficiência agronômica e avaliar a qualidade do solo em Goiás.
- O objetivo é promover práticas agrícolas sustentáveis, incentivando bioinsumos como alternativa a fertilizantes e defensivos químicos.
- A parceria também visa capacitar agricultores e técnicos, além de promover transferência de tecnologia e pesquisas aplicáveis ao setor goiano.
- O projeto será desenvolvido em diferentes regiões do estado e pode orientar políticas públicas e ações de incentivo ao uso de bioinsumos no Brasil.
A Universidade Federal de Goiás (UFG) anunciou um investimento de R$ 1,9 milhão em um projeto de extensão para fortalecer o uso de bioinsumos no campo. A parceria com a Fundação RTVE terá duração de três anos e atuará em Goiás, com foco em protocolos de eficiência agronômica e avaliação da qualidade do solo.
O objetivo é promover práticas agrícolas sustentáveis, incentivando bioinsumos como alternativa a fertilizantes e defensivos químicos. A UFG afirma que a iniciativa visa preservar o meio ambiente e elevar a produtividade na região.
A parceria também prevê capacitação de agricultores e técnicos, além de pesquisas com potencial de aplicação no setor agrícola goiano. A expectativa é ampliar o uso de bioinsumos e fortalecer a agricultura sustentável no estado.
Parcerias e objetivos
O projeto será desenvolvido em diversas regiões de Goiás, buscando adaptar as práticas às condições locais. A RTVE e a UFG destacam a transferência de tecnologia como eixo central da iniciativa.
A iniciativa se alinha a políticas públicas de preservação ambiental e desenvolvimento econômico, fortalecendo a relação entre universidade e setor produtivo. Os resultados devem orientar futuras ações e investimentos no tema.
Impacto esperado
A UFG reafirma o compromisso com pesquisa e extensão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de Goiás e do país. A expectativa é que os protocolos gerem ganhos de produtividade com menor impacto ambiental.
Entre na conversa da comunidade