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AVC em crianças, embora raro, pode ocorrer e deixar sequelas

Diretriz dos EUA estabelece diagnóstico rápido e tratamento de AVC pediátrico, com ênfase em imagem rápida e trombectomia em crianças

Diretriz dos EUA traz orientações inéditas para reconhecer e tratar rapidamente o AVC pediátrico, condição frequentemente subdiagnosticada
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  • Diretrizes dos Estados Unidos, pela American Heart Association e pela American Stroke Association, apresentam, pela primeira vez, orientações para diagnóstico e tratamento do AVC isquêmico pediátrico.
  • Objetivo é acelerar o diagnóstico e o tratamento para reduzir sequelas; o AVC em crianças é mais raro, mas pode ocorrer, ligado a malformações vasculares, doenças cardíacas, autoimunes ou traumas.
  • Principais sinais incluem cefaleia súbita com vômitos, sonolência ou convulsões, alterações visuais e problemas de coordenação. O protocolo FAST (Face, Arms, Speech, Time) também é utilizado.
  • Critérios de tratamento descrevem uso de fármacos a partir de vinte e oito dias de vida e, em crianças com mais de seis anos, a possibilidade de trombectomia mecânica.
  • Enfase em exames de neuroimagem rápida, preferencialmente ressonância magnética e angiorressonância, para diferenciar acidente vascular, hemorrgia e outras causas, e reduzir atrasos no atendimento.

As novas diretrizes dos Estados Unidos para AVC isquêmico trazem recomendações específicas para crianças. Elaboradas pela American Heart Association e pela American Stroke Association, elas enfatizam reconhecimento rápido dos sinais e uso de exames de imagem.

O objetivo é acelerar diagnóstico e tratamento para reduzir sequelas. Embora seja menos comum, o AVC pode ocorrer na infância, associando-se a malformações vasculares, doenças cardíacas, condições autoimunes e traumas.

Especialistas destacam que reconhecer rapidamente os sinais facilita padronizar decisões antes baseadas na literatura adulta. O documento aponta ganhos ao padronizar critérios de atuação em pacientes pediátricos.

Novos critérios para tratamento de AVC

O guia descreve como restabelecer o fluxo sanguíneo com fármacos ou procedimentos de trombectomia. Estabelece prazos de uso a partir de 28 dias de vida e admite trombectomia mecânica em crianças com mais de 6 anos.

Também aponta que escalas de triagem feitas para adultos não distinguem bem o AVC infantil, que pode imitar enxaqueca, epilepsia, trauma ou tumores. A diretriz ressalta a necessidade de avaliação clínica cuidadosa.

A diretriz recomenda, ainda, exames de neuroimagem rápida, com preferência por ressonância magnética e angiorressonância. Assim, é possível diferenciar AVC isquêmico, hemorrágico e outras causas com maior precisão.

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