- A computação quântica, prevista há décadas, pode ser exponencialmente mais poderosa que os computadores clássicos.
- O objetivo atual é chegar à “utilidade quântica” prática, com máquinas suficientemente precisas para modelar fenômenos complexos.
- O desenvolvimento busca avanços em áreas como desenvolvimento de fármacos, modelagem financeira e inteligência artificial.
- Em 2024, a Google divulgou que seu processador quântico Willow resolveu um problema que os supercomputadores mais avançados não teriam conseguido resolver desde o início do universo.
Do avanço teórico à prática, a computação quântica ganhou impulso nos últimos anos. Pesquisadores passaram de modelos conceituais para aplicações potenciais em fenômenos complexos, como desenvolvimento de fármacos, modelagem financeira e IA, com o objetivo de melhorar a precisão e a velocidade.
A disputa envolve a construção de máquinas com utilidade quântica suficiente para reproduzir comportamentos reais. O esforço busca superar limitações dos computadores clássicos, abrindo caminho para simulações mais fiéis e rápidas de sistemas difíceis de modelar.
Progresso recente e o papel da Google
Em 2024, a Google informou que seu processador Willow resolveu, em cinco minutos, um problema que os supercomputadores mais potentes do mundo não conseguiriam solucionar mesmo se trabalhassem desde o início do universo. A divulgação sinaliza avanços na escalabilidade e na confiabilidade de computadores quânticos.
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