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Aprovação de medicamento para calorões da menopausa é anunciada

Anvisa aprova fezolinetanto (Veoza), opção não hormonal para calorões da menopausa, ampliando alternativas para quem não pode ou não deseja reposição hormonal

Silvia Ruiz
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  • A Anvisa aprovou o fezolinetanto, com o nome comercial Veoza, o primeiro medicamento não hormonal desenvolvido para tratar calorões e suores noturnos da menopausa.
  • Estima-se que até oitenta por cento das mulheres entre quarenta e sessenta e cinco anos apresentem sintomas vasomotores.
  • A novidade é especialmente relevante para mulheres com contraindicações à terapia hormonal ou que não desejam utilizá-la.
  • O fármaco não aumenta o estrogênio; atua bloqueando a neurocinina B no cérebro para reduzir a frequência e a intensidade dos calorões e despertares noturnos.
  • Ainda não há previsão de disponibilidade nas farmácias nem de preço; a aprovação amplia opções de tratamento para milhões de mulheres.

A Anvisa aprovou no Brasil o fezolinetanto, comercializado como Veoza, o primeiro medicamento não hormonal desenvolvido para tratar calorões e suores noturnos da menopausa. A decisão ocorre em meio a uma busca por alternativas à terapia hormonal. O anúncio chega em um momento de alta demanda por opções seguras.

O fármaco atua em uma via cerebral responsável pela regulação da temperatura, bloqueando a ação da neurocinina B, sem elevar os níveis de estrogênio. Estudos apontam redução na frequência e na intensidade dos sintomas, com ganhos na qualidade do sono nos primeiros dias de uso.

A aprovação é especialmente relevante para mulheres com contraindicações à terapia hormonal, como histórico de câncer de mama, tromboembolismo ou doença hepática. Também pode atender quem não deseja fazer reposição hormonal.

A expectativa é de que Veoza amplie as opções de tratamento, principalmente para pacientes com limitações em tratamentos existentes. Ainda não há data confirmada de disponibilidade nas farmácias nem definição de preço, segundo o laboratório responsável.

A notícia representa um avanço na gestão dos calorões da menopausa, levando em conta impactos na qualidade de vida, sono e bem-estar geral. Profissionais de saúde ressaltam a necessidade de avaliação médica individualizada antes do uso.

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