- Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), estima-se que 589 milhões de adultos entre 20 e 79 anos convivem com a doença.
- Esse número pode chegar a 853 milhões até 2050.
- O diabetes não controlado aumenta o risco de AVC por danos aos vasos sanguíneos, maior probabilidade de hipertensão e colesterol alto, e progressão da aterosclerose.
- Sinais de alerta de AVC: fraqueza ou dormência súbita no rosto, braço ou perna; dificuldade para falar ou entender a fala; alterações de visão; tontura ou dificuldade de caminhar; dor de cabeça intensa sem causa.
- Para reduzir o risco, é essencial manter a glicemia, controlar a pressão arterial e o colesterol, praticar atividade física, ter uma alimentação equilibrada, evitar tabagismo e moderar o consumo de álcool, além de seguir o tratamento médico.
O diabetes segue como uma das condições crônicas de maior crescimento mundial. Dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF) indicam que cerca de 589 milhões de adultos entre 20 e 79 anos convivem com a doença, e estima-se que esse total possa chegar a 853 milhões até 2050. A condição aumenta o risco de complicações graves, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), por danos aos vasos sanguíneos causados pela glicose elevada.
O quadro sugere que o diabetes não controlado eleva a probabilidade de hipertensão e colesterol alto, além de acelerar a aterosclerose. Esses fatores comprometem o fluxo sanguíneo para o cérebro, elevando o risco de AVC. Foto: Revista Malu
Sinais de alerta para um AVC
Diante de sinais como fraqueza súbita no rosto, braço ou perna, especialmente de um lado; dificuldade para falar; alterações de visão; tontura ou queda de equilíbrio; ou dor de cabeça intensa sem causa aparente, procure atendimento médico imediato. A rapidez é determinante para reduzir sequelas.
Como reduzir o risco
A adoção de medidas preventivas é essencial para quem tem diabetes. Controle da glicemia, monitoramento da pressão arterial e do colesterol, prática regular de atividade física e alimentação equilibrada ajudam a reduzir riscos. Evitar tabagismo e limitar álcool também são recomendados.
Tratamento e recuperação após AVC em diabéticos
O controle rigoroso da glicemia é fundamental para favorecer a recuperação e diminuir o risco de novos episódios. Muitas vezes, há necessidade de acompanhamento multiprofissional, com neurologista, endocrinologista, fisioterapeuta e nutricionista. Em caso de sinais de AVC, o acionamento rápido dos serviços de emergência é crucial para reduzir sequelas.
O conteúdo apresentado utiliza dados da IDF e orientações de especialistas para informar sobre prevenção, sinais de alerta e caminhos de recuperação, sem emitir julgamentos ou opiniões. Fontes oficiais devem ser verificadas para informações atualizadas.
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