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Brasileiro em lista de jovens cientistas em ascensão na Scientific American

Brasilense Kauê Costa, neurocientista da Universidade de Birmingham, é incluído na lista de 28 jovens cientistas em ascensão da Scientific American

O neurocientista Kauê Costa, 36, em laboratório da Universidade de Birmingham (EUA), em 2025
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  • Kauê Costa, biólogo e neurocientista brasileiro de 36 anos, integra a lista de 28 jovens cientistas em ascensão da Scientific American, na edição mais recente.
  • É professor associado na University of Birmingham, no estado do Alabama, nos Estados Unidos; concluiu o doutorado no Instituto Max Planck para Circuitos Neurais, na Alemanha.
  • Fez pós‑doutorado no National Institute on Drug Abuse, parte dos Institutos Nacionais de Saúde, sob supervisão do neurocientista Geoffrey Schoenbaum.
  • A pesquisa de Costa foca no papel da dopamina no erro de previsão de recompensa, combinando estudos com modelos animais e ferramentas computacionais.
  • Nascido em Belém e formado pela UFPA, mantém colaborações com pesquisadores da sua cidade natal e costuma relacionar o laboratório à arte marajoara para celebrar suas origens.

A Scientific American incluiu o brasileiro Kauê Costa na lista de 28 jovens cientistas em ascensão. O biólogo e neurocientista, de 36 anos, é professor associado na Universidade de Birmingham, Alabama, EUA.

Costa concluiu o doutorado no Instituto Max Planck para Circuitos Neurais, na Alemanha, e realizou pós-doutorado no Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida/NIH), sob orientação de Geoffrey Schoenbaum.

Natural de Belém, no Pará, ele formou-se em biologia na UFPA e, na pesquisa, foca em dopamina, erro de previsão de recompensa e aprendizado. O trabalho envolve neurônios, circuitos cerebrais e modelos computacionais.

A seleção da Scientific American envolveu centenas de indicados por pesquisadores e instituições, com 28 nomes aprovados após análise de impacto científico. Costa integra a lista da edição mais recente.

Costa descreve trajetória desde a infância em Belém até a ciência atual, passando pela UFPA, pela FMRP-USP e por programas internacionais de doutorado. O foco permanece em mecanismos de dopamina no cérebro.

Em seu laboratório, os estudos combinam modelos animais com ferramentas computacionais para prever resultados, com colaborações em psicologia para ampliar análises em humanos. O trabalho é considerado ciência básica.

Costa utiliza o dopamento como eixo de pesquisa, buscando compreender a atuação da dopamina em diferentes escalas, desde células até redes cerebrais, com aplicações em aprendizado e comportamento.

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