- Sul do Brasil terá chuva muito volumosa entre 28 de junho e 4 de julho de 2026, com volumes que podem duplicar ou triplicar a média de julho, influenciados pelo El Niño em fortalecimento no Pacífico.
- O excesso de chuva pode causar transbordamento de rios e arroios, alagamentos em áreas urbanas e tempestades com raios e granizo.
- Regiões com maior previsão de chuva: oeste, sudoeste e sul do Paraná; oeste, centro e sul de Santa Catarina; oeste, norte e nordeste do Rio Grande do Sul; sul gaúcho pode ter menor volume.
- No Rio Grande do Sul, a previsão aponta chuva acima de 150 milímetros entre os dias 1 e 2 de julho na bacia Taquari-Antas; no Paraná, atenção à bacia do rio Iguaçu, em Palmas, Francisco Beltrão e União da Vitória.
- A intensidade deve variar por dia; acompanhar a previsão diária para o seu local é recomendado, para saber os volumes estimados e atualizações.
O Sul do Brasil está em alerta para chuva muito volumosa entre 28 de junho e 4 de julho de 2026. A previsão aponta acumulados expressivos em todas as três estados da região, com o El Niño em rápida intensificação no Pacífico Equatorial como principal motor.
O volume esperado pode superar a média de julho em várias localidades, já que a chuva do outono também ficou acima do normal em parte do Paraná e de Santa Catarina. A situação é considerada de risco, com chances de transbordamentos de rios e arroios, além de alagamentos em áreas urbanas.
Atenção às condições de tempo. O período pode trazer tempestades com raios, ventos fortes e, em alguns locais, granizo isolado. Agricultores e organizações de defesa civil devem monitorar os avisos oficiais.
Causas da chuva volumosa
A chuva é provocada pela circulação de ventos em diferentes camadas da atmosfera associada à passagem de duas frentes frias. Essas irreduzíveis nuvens carregadas devem permanecer sobre o Sul nos próximos dias, mantendo o regime de chuva intenso.
A primeira frente fria, ligada a um ciclone extratropical, deve atingir o Sul entre 28 e 29 de junho, deslocando-se pelo litoral de Santa Catarina e Paraná. A segunda frente fria entra em ação entre 1º e 2 de julho, com massa de ar frio polar que não deve dissipar completamente as nuvens de chuva.
Volumes estimados e áreas mais afetadas
No Rio Grande do Sul, a maior concentração de chuva deve ocorrer entre 1º e 2 de julho, com volumes acima de 150 mm em trechos da bacia Taquari-Antas. No Paraná, regiões de Palmas, Francisco Beltrão e União da Vitória apresentam maior risco. Santa Catarina deve ter precipitação significativa no interior e na bacia do Iguaçu.
As áreas com maior acumulado ficarão no oeste, sudoeste e sul do Paraná; no interior de Santa Catarina; e no oeste e centro-norte do Rio Grande do Sul. Em contrapartida, a região sul do estado gaúcho e parte do norte do Paraná devem registrar menor volume.
Fique atento às atualizações diárias para o local de interesse. Consulte os avisos oficiais da Climatempo e de órgãos de defesa civil, sem depender apenas de previsões de um único dia.
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