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Onda de calor atinge o leste dos EUA

Domo de calor expõe quase 238 milhões nos EUA a calor extremo, com sensação térmica acima de 43°C e impactos em transporte e rotina até o fim do fim de semana

Pedestre se protege do sol com um guarda-chuva ao atravessar uma rua em Manhattan, Nova York, durante onda de calor
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  • O leste dos Estados Unidos enfrenta calor perigoso nesta quinta-feira, afetando cerca de 238 milhões de pessoas, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.
  • A sensação térmica pode superar 43°C, com risco de cãibras, exaustão e insolação em atividades ao ar livre.
  • Cidades como Boston, Nova York, Washington, Filadélfia, Pittsburgh e Atlanta estão em nível de risco extremo até sábado, com temperaturas ao redor de 38°C ao meio‑dia; as noites não devem ficar abaixo de 27°C no Nordeste.
  • Muitos enfrentam o terceiro ou quarto dia de alertas; regiões dos Grandes Lagos, como Ohio e Illinois, também registram sensação térmica acima de 38°C.
  • O calor resulta de um domo de alta pressão; autoridades orientam ficar em locais com ar‑condicionado, manter hidratação e evitar atividades nas horas mais quentes; a previsão é de enfraquecimento a partir de domingo, ainda com temperaturas altas em partes da região.

O Nordeste dos Estados Unidos enfrenta nesta quinta-feira (2) uma onda de calor intensa que segue o Centro-Oeste, ampliando áreas de risco extremo de temperatura e umidade. A situação afeta dezenas de milhões de pessoas, com previsões de calor que pode durar até o final de semana.

O Serviço Nacional de Meteorologia indica que cerca de 238 milhões de pessoas, desde Dakota do Norte até Miami, devem enfrentar algum nível perigoso de calor. A sensação térmica pode superar 43°C, elevando o risco de cãibras, exaustão e insolação em atividades ao ar livre.

Cidades grandes do Nordeste aparecem sob alerta máximo até sábado (4). Entre elas estão Boston, Nova York, Washington, Filadélfia, Pittsburgh e Atlanta. Ao meio-dia, as temperaturas locais variavam em torno de 38°C, com noites não muito mais frias.

Muitos moradores devem enfrentar o terceiro ou quarto dia consecutivo de temperaturas elevadas. Regiões dos Grandes Lagos, como Ohio e Illinois, registraram sensações térmicas acima de 38°C ao longo da semana.

O domo de calor, um sistema de alta pressão, é o principal fator que prende o ar quente sobre a região. Ao descer, o ar se comprime e esquenta, criando as condições extremas observadas.

Cientistas relatam que ondas de calor tendem a tornar-se mais longas, quentes e frequentes, associadas a mudanças climáticas. Os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados.

Para amenizar os impactos, cidades abriram espaços com ar-condicionado, como bibliotecas e centros comunitários, e orientam a hidratação adequada. Autoridades pedem que a população planeje atividades para horários mais frescos.

O domo de calor nos EUA

O fenômeno de alta pressão explica o calor extremo observado. A cobertura de ar quente impede a circulação de ar mais ameno, elevando temperaturas ao solo.

Cooling e ações preventivas

Fontes oficiais recomendam permanecer em ambientes climatizados, monitorar vizinhos vulneráveis e manter-se atento a sinais de doenças relacionadas ao calor. O feriado de 4 de julho, celebrado nos EUA, pode exigir medidas adicionais de precaução.

Quando vai diminuir

A redução da intensidade deve ocorrer a partir de domingo (5), conforme o domo de calor enfraquece. Ainda assim, altas temperaturas devem permanecer em áreas próximas a Washington e nos estados da Virgínia e da Carolina do Norte e do Sul.

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