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Copa do Mundo: tensão pode agravar enxaquecas; saiba como evitar

Copa do Mundo aumenta tensão e pode disparar crises de enxaqueca; especialistas da ABN orientam prevenção e manejo durante os jogos

Veja como a Copa pode desencadear crises de enxaqueca
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  • A fase decisiva da Copa do Mundo pode desencadear crises de enxaqueca em pessoas com a doença.
  • Gatilhos comuns durante o torneio incluem ansiedade, noites mal dormidas, consumo excessivo de álcool, jejuns longos e horas em frente às telas.
  • Os sintomas mais frequentes são dor de cabeça intensa e pulsátil, náuseas, tontura, sensibilidade à luz e ao barulho.
  • Para evitar a dor durante os jogos, recomenda-se dormir bem, manter hidratação, não ficar longos períodos sem comer, moderar o álcool e fazer pausas longe das telas.
  • Em relação ao tratamento, existem anticorpos monoclonais contra CGRP (erenumabe, fremanezumab, galcanezumab e eptinezumabe), aprovados para prevenção a partir de 2018 e disponíveis no Brasil desde 2020; Fremanezumab é o medicamento atualmente disponível no país, após a saída do Galcanezumab.

A Copa do Mundo entra na etapa decisiva, trazendo emoção e expectativa, mas também potencial para crises de enxaqueca. Especialista da ABN orienta como evitar a dor durante os jogos. Fãs devem ficar atentos aos gatilhos que aparecem nessa fase.

A rotina de quem acompanha as partidas muda bastante. Ansiedade, noites mal dormidas e longos momentos diante das telas são comuns. Consumo excessivo de álcool e jejuns prolongados aumentam o risco para quem tem predisposição.

A enxaqueca se manifesta principalmente com dor de cabeça intensa, náuseas e tontura. Sensibilidade à luz e aos sons também pode ocorrer, dificultando a participação nas transmissões.

Como reduzir o risco durante as partidas, vale dormir bem, manter a hidratação e evitar longos períodos sem comer. Pausas curtas longe da tela ajudam a controlar o quadro.

Avanços no tratamento médico

A prevenção é fundamental, mas existem opções modernas de tratamento. Medicamentos que atuam nos mecanismos da enxaqueca ganham espaço, especialmente os anticorpos monoclonais contra CGRP, associados a melhora na frequência e intensidade das crises.

No Brasil, esses recursos estão disponíveis desde 2020, com uso injetável. Entre eles estão o fremanezumabe, o galcanezumabe, o eptinezumabe e o erenumabe, com variações na disponibilidade ao longo do tempo. Nos últimos relatos, o galcanezumabe teve saída do mercado, e o fremanezumabe permanece em uso.

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