- Três startups participam do programa piloto para desenvolver reatores menores, com a meta de chegar à criticidade até 4 de julho, conforme decreto executivo de 2025.
- Valar Atomics atingiu criticidade em Laboratório Nacional de Los Alamos e repetiu o feito em Utah, com componentes fornecidos pela parceria com o laboratório.
- Antares Nuclear e Deployable Energy também alcançaram criticidade em laboratórios nacionais, integrando o mesmo programa piloto.
- Aalo Atomics ainda não atingiu criticidade, mas espera fazê-lo em breve; the empresa atribui à prioridade do governo a aceleração do processo.
- Mesmo com a criticidade, isso não implica geração de energia; as usinas precisarão de licenciamento com a Nuclear Regulatory Commission e de abastecimento de combustível para operar.
A expansão da energia nuclear avança com três startups atingindo um marco significativo: a criticalidade de reatores experimentais no âmbito de um programa piloto, criado por uma ordem executiva que acelerou reguladores e financiadores. A confirmação envolve Valar Atomics, Antares Nuclear e Deployable Energy, com demonstrações ocorrendo em laboratórios nacionais nos Estados Unidos.
As empresas visam demonstrar que designs menores de reatores podem operar de maneira estável, alimentando dados para futuras plantas comerciais. Embora a criticalidade seja alcançada, isso não implica fornecimento de energia para a rede. A etapa sinaliza progresso técnico, não produto final pronto para mercado.
O programa piloto, lançado em 2025, contou com apoio de laboratórios federais e com cortes regulatórios observados pelo Departamento de Energia, visando reduzir prazos de licenciamento. Os desenvolvimentos sugerem rapidez na tomada de decisões regulatórias, ainda que desafios de cadeia de suprimentos permaneçam.
Valar Atomics atingiu criticalidade pela primeira vez no Los Alamos National Laboratory e repetiu o feito posteriormente em um laboratório estadual de Utah, usando componentes do laboratório. Antares Nuclear e Deployable Energy também registraram marcos de criticality em instalações de laboratórios nacionais, segundo informações do setor.
Aalo Atomics, outra empresa do programa, aponta ganhos de produtividade após a priorização governamental, segundo seu cofundador e CEO. A companhia ainda não chegou à criticalidade, mas projeta alcançar em breve, mantendo o foco na viabilidade técnica.
Especialistas destacam que chegar à criticalidade é uma etapa importante, mas não equivale a operação comercial. Os reatores em desenvolvimento ainda precisam de licenciamento com a Nuclear Regulatory Commission e de robustas cadeias de suprimento para combustível, entre outros requisitos.
Analistas ressaltam que a velocidade de decisões pode ajudar a atrair investimentos, porém o custo elevado e o tempo de construção permanecem entraves históricos. A narrativa de uma “nova era” para a energia nuclear depende de avanços consistentes em várias frentes.
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