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Zoológicos recorrem a cobertores, chá e sopa para aquecer animais no frio

Zoológicos adotam cobertores, sopas e aquecedores para proteger animais tropicais do frio; cuidados incluem alimentação calórica e abrigos térmicos

Imagem colorida mostra chimpanzé com cobertor - Metrópoles
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  • Em zoológicos brasileiros, animais recebem cobertores, caldos, chás e aquecedores conforme a espécie.
  • Em alguns recintos, há reforço no isolamento térmico para manter o calor.
  • Filhotes e animais geriátricos recebem cuidados especiais, assim como chimpanzés, que ganham cobertores à noite.
  • Girafas, micos-leões e jabutis-gigantes de Aldabra são mantidos em ambientes com clima controlado durante a noite.
  • Répteis e anfíbios recebem aquecedores, umidificadores e borrifação para ajudar a regular temperatura e umidade.

O frio chegou a partes do Brasil, impactando também como os animais são protegidos nos zoológicos. Enquanto humanos recorrem a cobertores e bebidas quentes, os cuidadores adotam estratégias específicas para cada espécie.

Em locais com animais de clima tropical ou subtropical, a atenção aumenta. Técnicos ressaltam que a adaptação corporal nem sempre ocorre pronto, exigindo medidas adicionais para manter calor e bem‑estar.

Medidas de proteção adotadas

No caso de chimpanzés, por exemplo, cobertores são disponibilizados para uso noturno, acompanhados de caldos e chás já incluídos na alimentação. A equipe técnica do Zoo de São Paulo supervisiona tudo.

Girafas, micos‑leões e jabutis‑gigantes de Aldabra recebem ambientes com clima controlado durante a noite, quando o frio é mais intenso. Respirações de calor são ajustadas conforme a espécie.

Quem depende de temperatura para regular o metabolismo, como anfíbios e répteis, ganha aquecedores nos abrigos. Umidificadores e borrifação também ajudam no ar seco do período.

Alimentação como gerador de calor

A alimentação passa a ter maior calorias durante o frio. A digestão gera calor, contribuindo para elevar o tecido adiposo e a temperatura corporal.

Especialistas destacam que animais mais jovens exigem cuidados especiais, assim como os idosos, que já apresentam imunidade mais debilitada. A equipe avalia cada caso para ajustar a dieta.

O diretor técnico do BioParque do Rio de Janeiro explica que os cuidados variam conforme a espécie e a idade, sempre com supervisão de veterinários, biólogos e zootecnistas.

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