- Mais de 2 milhões de pesquisas relacionadas à compra de medicamentos controlados sem receita foram feitas no Google pelos brasileiros nos últimos 12 meses.
- O ranking mede buscas com a expressão “sem receita” e aponta sibutramina no topo, com 102.330 buscas, seguido por Mounjaro (81.460) e sertralina (47.330).
- Também houve interesse por termos genéricos como “remédio para emagrecer sem receita” (82.000) e “inibidor de apetite sem receita” (29.000).
- O grupo de interesse envolve principalmente medicamentos para emagrecimento e para transtornos mentais, como ansiedade, depressão e TDAH, com 86.000 buscas somando sertralina, ritalina e venvanse sem receita (22,8% do total).
- A prática é considerada ilegal pela Anvisa, e o estudo ressalta riscos de automedicação e uso inadequado de medicamentos sob controle.
Mais de 2 milhões de buscas por remédios controlados sem receita foram registradas por brasileiros no Google nos últimos 12 meses. O levantamento foi realizado pela plataforma de consultas médicas Olá Doutor, com base em buscas que continham a expressão sem receita em todas as regiões.
O estudo destaca que a prática envolve medicamentos controlados sem prescrição ou com validade vencida, o que é considerado ilegal pela Anvisa. A análise alerta para a busca por opções fora do ambiente clínico e os riscos da automedicação.
Principais medicamentos e padrões de busca
Entre os itens mais procurados, a sibutramina lidera o ranking com 102.330 buscas, seguida pelo Mounjaro com 81.460 e pela sertralina com 47.330.
Expressões associadas ao tema, como remédio para emagrecer sem receita, somam 82.000 buscas, e inibidor de apetite sem receita chega a 29.000.
Além disso, as buscas por sertralina, ritalina e venvanse sem prescrição somam quase 86.000 confirmações, representando 22,8% do total analisado nos 12 meses.
Contexto e implicações
O volume indica interesse por opções fora da orientação médica, elevando preocupações sobre uso inadequado de fármacos sob controle. Especialistas destacam riscos de efeitos adversos, interações e danos à saúde.
Fonte: levantamento da plataforma Olá Doutor, com dados de pesquisas relacionadas a “sem receita” no Brasil. Credita-se a partir de fontes públicas e do estudo citado.
Entre na conversa da comunidade