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Telescópio inicia pesquisa sem precedentes em maior filme cósmico já feito

Observatório Rubin inicia o LSST; câmera de 3 toneladas captura o céu austral a cada quarenta segundos por dez anos, para mapear o sistema solar, Via Láctea e matéria escura

O Observatório Vera C. Rubin está localizado na região de Coquimbo, no norte do Chile
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  • O projeto Legacy Survey of Space and Time começa no Chile, com uma câmera de 3 toneladas que capturará imagens a cada 40 segundos durante a noite, ao longo de dez anos.
  • O Observatório Vera C. Rubin, no topo do Cerro Pachón, a 2.682 metros de altitude, abriga a câmera usada para criar um panorama da evolução intergaláctica.
  • As imagens, com cores ricas, vão acompanhar objetos celestes como estrelas, supernovas, buracos negros e colisões cósmicas, ajudando a orientar observatórios ao redor do mundo.
  • Entre os objetivos estão montar um novo inventário do sistema solar e da Via Láctea, além de investigar a matéria escura pela luz distorcida de galáxias distantes.
  • O LSST é financiado pela Fundação Nacional de Ciência dos EUA e pelo Departamento de Energia, com o observatório Rubin avaliado em 800 milhões de dólares.

Em 30 de junho começou o projeto Legacy Survey of Space and Time (LSST), o maior filme cósmico já feito. Uma câmera de 3 toneladas, instalada no Observatório Vera C. Rubin, no Chile, captará imagens do céu austral a cada 40 segundos durante 10 anos. O objetivo é observar a evolução intergaláctica com detalhes sem precedentes.

O LSST utiliza uma câmera digital de alta capacidade para varrer o céu todas as noites, gerando imagens coloridas de objetos como asteroides, supernovas e galáxias. As informações devem orientar observatórios ao redor do mundo, ampliando o conjunto de dados científicos disponível.

Localização e financiadores

O observatório Rubin fica no topo do Cerro Pachón, a 2.682 metros de altitude, no norte do Chile. O projeto, avaliado em cerca de 800 milhões de dólares, é fruto de financiamento conjunto da Fundação Nacional de Ciência dos EUA e do Departamento de Energia.

Objetivos científicos

Entre as metas estão mapear o sistema solar e a Via Láctea, além de explorar a matéria escura pela observação de distorções gravitacionais em galáxias distantes. O acompanhamento contínuo também permitirá detectar eventos raros com maior rapidez.

Impacto e operação

O observatório poderá retornar aos mesmos pontos do céu centenas de vezes ao longo da década, gerando uma imagem dinâmica da evolução estelar e galáctica. A equipe do Rubin destaca a oportunidade de sincronizar observações com outros observatórios globais.

Declarações oficiais

O diretor interino da Fundação Nacional de Ciência dos EUA afirmou que o LSST representa décadas de visão e inovação, destacando o papel do investimento público. O comunicado enfatiza a cooperação entre instituições para dados e validação científica.

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