- Explosão de classe X1.3 foi registrada no sábado, na região de manchas solares 4482, segundo a NOAA.
- A NOAA acompanha a atividade solar intensa, que incluiu também uma explosão X1.1 no dia 30 de junho.
- A agência estuda se o evento pode gerar tempestades geomagnéticas que cheguem à Terra, afetando rede elétrica, satélites e GPS.
- Astronautas na Estação Espacial Internacional estariam expostos à radiação solar em caso de tempestades fortes.
- Erupções solares são comuns, com o Sol passando por um ciclo de cerca de 11 anos; as classes variam de A a X, sendo X as mais severas.
Uma explosão de classe X1.3 foi registrada num sábado, em 4 de julho, na região de Manchas Solares 4482. A detecção ocorreu durante observações da atividade solar, ainda em estudo para entender seus efeitos na Terra. A NOAA, agência espacial dos EUA, informou o evento.
A explosão é classificada como X, a mais intensa no sistema de avaliação de erupções solares. O número 1.3 indica maior força dentro dessa classe, seguido por X.2, X.3 e assim por diante. Em 30 de junho, outra explosão de intensidade X1.1 já havia sido observada.
A NOAA trabalha para estimar se a erupção de sábado pode gerar tempestades solares com direção à Terra. Esses eventos podem impactar redes elétricas, satélites de órbita baixa e sistemas de navegação por GPS. Astronautas na Estação Espacial Internacional também ficam em maior radiação.
O que são erupções solares
Erupções solares ocorrem com frequência ao longo do ano, principalmente quando o Sol está mais ativo. O ciclo solar, de aproximadamente 11 anos, envolve inversão do campo magnético e surgimento de manchas. Explosões fortes podem depender do estado magnético da estrela.
Impactos potenciais
Tempestades solares que atingem a Terra podem causar interrupções temporárias em comunicações por rádio e, em casos severos, afetar satélites. A radiação elevada representa risco para missões espaciais fora da proteção de atmosferas. Ainda não há confirmação de impactos diretos.
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